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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Jean Wyllys confronta Silas Malafaia

Jean Wyllys confronta Silas Malafaia
Depois do programa De Frente com Gabi em que o Pr. Silas Malafaia disse amar os homossexuais da mesma maneira que ama os bandidos, o Deputado Federal e ativista defensor do movimento LGBT, não deixou
barato.

Em uma de suas redes sociais, o deputado mais uma vez expressa seu sentimento de repulsa para com os cristãos, e generaliza a fé como em suas próprias palavras:
      "...cinismo dos exploradores comercias da fé..."
Wyllys diz mais em seu Facebook, pedindo em um tom meio que "bíblico" para:
       "Levantai-vos mulheres e homens das ciências! Não se calem ante a estupidez fundamentalista...Juntem-se a nós no enfrentamento dessa estupidez: ela ameaça a própria ciência!"
O que a Bíblia nos mostra sobre isso?


Em uma clara e inconfundível palavra diz o seguinte:


...guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e ás oposições da falsamente chamada ciência, (1 Timóteo 6:20)
A palavra de Deus nos mostra claramente sobre falsos doutores e profetas, e um dos pontos, senão o principal é de pessoas quererem distorcer a verdade para seu próprio bem ou comodismo social em detrimento da maioria. E não estou dizendo que não existem questões sociais especificas a serem TRABALHADAS na sociedade em relação a segurança e tão somente a segurança.
"E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. 2 Pedro 2:1" 
Não sou eu ou outrem que está dizendo isso, mas a palavra de Deus.

Wyllys, disse ainda que o Pr. Malafaia é um; "...homofóbico e semeador de ódio..." eu poderia rir agora dessa declaração dele, mas vamos continuar.

Jean, termina seu protesto na rede social, explicando quem são as mulheres e homens da ciência que ele fala.

"são os que produzem conhecimentos que derrubam preconceitos. São as mulheres e homens das ciências que, sob critérios definidos por uma comunidade científica, que têm o papel de derrubar o senso comum".

A palavra de Deus não é um preconceito, e sim algo firmado e consolidado nos princípios familiares e sociais a milhares de anos, e dizer que a ciência tem o papel de derrubar o senso comum é dizer que eles tem o papel de mudar, de manipular e de "estuprar" nossas mentes colocando o que eles acreditam em detrimento do que a maioria vive, cultiva e tem dado muito certo.


Foto montagem: Os Cristãos

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Silas Malafaia DE FRENTE COM GABI

malafaia de frente com gabi

Neste domingo (3), à meia noite, o pastor Silas Malafaia estará no programa ‘De Frente com Gabi’, no SBT. Ele será entrevistado pela jornalista Marília Gabriela.

No cenário, apenas um fundo preto,
duas cadeiras e uma bancada de acrílico, a fim de que apenas o entrevistado e a entrevistadora prendam a atenção do telespectador durante uma hora de informação e entretenimento da melhor qualidade.

Segundo o pastor Silas, a entrevista promete, tanto que ele chegou a comentar em seu twitter: “Acabou a gravação do “De frente com Gabi”. Foi quente!”.

Pr. Silas Malafaia negou a Marília Gabriela que seu patrimônio seja de US$ 150 milhões

Entrevista polêmica

O líder da Assembléia de Deus Vitória em Cristo não fugiu de nenhuma polêmica. Além de rebater a reportagem da Revista Forbes, de que ele seria o terceiro pastor mais rico do Brasil, Malafaia também falou sobre os homossexuais.

“Eu não acredito que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um ser humano” e “Se tiver pastor homossexual, ele perde o cargo”, disse.

Algumas das frases do Pr. Silas no programa

”Safado, bandido e caluniador têm em todo lugar”

“As ofertas que eu recebo, não são só de pessoas da minha igreja. (Sobre o dízimo)”

“Eu não devo nada e não tenho o que temer”

“Meu patrimônio é de R$ 4 milhões, R$ 2 milhões são da minha editora”

“Há 25 anos eu não tenho salário de pastor”

“Nos últimos cinco anos eu vendi mais de um milhão de livros por ano”

“Não tem dados que declarem que eu tenho R$ 300 milhões de reais”

“Deus trabalha com uma lei de recompensa”

“Pastor é apenas um condutor”

“O homossexualismo é um comportamento”

“Eles (homossexuais) querem uma lei para atacar e atingir àqueles que querem”

“A autoridade da bíblia é condenar o pecado”

“A bíblia define o que é pecado”

“Eu estou aqui para condenar o pecado”

“O que muda é a tecnologia, o homem é a mesma coisa”

“Eu não estou aqui para impedir ninguém de ser homossexual”

“Eu abdiquei do salário da minha igreja”

“Tudo que sai da legalidade do casamento, sou contra”


Fonte: Verdade Gospel e O Dia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Gays agridem jovens católicos

Os jovens católicos faziam parte da Caravana da Cruzada pela Família que faziam campanha no dia 14 de janeiro, no centro da cidade, contra as leis do aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas e a lei da homofobia.

As cenas mostram manifestantes gays agredindo os jovens de diversas maneiras, cuspindo, fazendo obscenidades, e ferindo com objetos.

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“Atirem a primeira pedra igual atiraram em Maria Madalena”, grita um dos manifestantes homossexuais.

Um dos jovens da campanha pacífica, que foi atingido aparentemente por uma pedra, é mostrado no vídeo com a cabeça sangrando e dizendo: “Essa é a marca da 'tolerância'”, em ironia ao que pregam os homossexuais.

Daniel Martins, coordenador da Caravana Cruzada pela Família, que relata as cenas do vídeo, que proclamar e executar a paz é algo caro a se pagar no Brasil, para os católicos e aos brasileiros.

“Há pouco mais de um mês nós comemoramos o Natal de nosso senhor Jesus Cristo, que é chamado pelas Sagradas Escrituras, Príncipe da Paz. Esse título é muito caro a todos os católicos e em particular a todos nós brasileiros”, disse Daniel.

“Em suma nós brasileiros amamos a paz, porque nós amamos o Príncipe da Paz, o nosso Senhor Jesus Cristo. Essa paz só vem se nós seguirmos a Ele, se nós seguirmos a paz que Ele deixou”, acrescentou.

Entretanto, ele diz, as cenas mostram que tal movimento homossexual quer destruir essa paz, porque odeia as leis deixadas “pelo Príncipe da Paz”.

“É um movimento que prega a liberdade que prega a tolerância, que prega o amor e diz que prega a paz”.

Daniel conclui que a pregação dessa tolerância, amor e paz por parte dos ativistas homossexuais é um pretexto e uma máscara para impor no Brasil uma verdadeira ditadura.

“Uma ditatura que quer impor um estado de coisas extamente opostas àquela ordem que quer para o Brasil, o nosso Senhor Jesus Cristo”.

Veja o víde


Fonte: Christian Post

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Pastor Joide Miranda critica julgamento excessivo sobre homossexuais nas igrejas evangélicas


Homossexuais e igrejas evangélicas

O pastor Joide Miranda, presidente da Associação Brasileira de Ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Trangêneros – ABEX-LGBTT, que ajuda aqueles que querem deixar a homossexualidade voluntariamente, afirmou que homossexuais nas igrejas geralmente não buscam ajuda para expor seu problema, pois se sentem discriminados nas comunidades evangélicas.

Ele disse que o problema está presente em praticamente todas as igrejas. “Não estou julgando. Não digo que todos estão na prática, muitos lutam contra esses desejos. Muitos sofrem com isso, mas tem medo de se expor. Eles temem não ser compreendidos, mas eu sempre digo que este é um pecado como qualquer outro pecado”.

Segundo o líder religioso, que não esconde seu passado como travesti, a igreja impõe barreiras como preconceito e excesso de julgamento. Com isso, quem sofre com o problema da homossexualidade acaba relutando em se abrir e até procurar ajuda. “Muitos não vivem na prática, tem um estado mental de homossexuais e então levam uma vida religiosa escondendo seu pecado, incorrendo na pornografia e internet, o que gera um vício, diz Miranda.

Para ele, esse é um dos maiores erros da igreja contemporânea. Citando 1º Corinthios 6:10, que fala sobre o pecado do efeminado e sodomita, bem como do ladrão, avarento e maldizente, ele dispara: “quem nunca falou mal de alguém?”.

Contando sua própria história e de como foi abusado quando era criança, ele diz que são comuns casos de abusos durante a infância em pessoas que se tornam homossexuais. Ele explica que os abusos não são só de ordem sexual, mas podem ser rejeição, palavras de maldição e até crianças criadas sem limites.

Aí, segundo Miranda, entra o trabalho psicológico na ajuda daqueles que não estão satisfeitos com sua orientação. “Quando a pessoa se converte, sai do sistema mundano e vem pra Jesus, está com as feridas expostas. Aí precisa da ajuda, tanto no lado espiritual como no lado psicológico”, diz.

Mas ele enfatiza que é necessário renúncia e sacrifício para mudar a orientação. “Eu decidi morrer, pagar um preço, então Cristo passou a dirigir a minha vida e não mais eu”, conta

Ele explica com seu testemunho:


“A vida me proporcionou tudo, fama, beleza, poder, dinheiro. (…) Mas eu decidi deixar aquela vida por que o que eu mais desejava era a paz interior. A vida da homossexualidade é uma vida carnal. Cedo ou tarde, a frustração vai bater à porta. Na velhice vem a depressão, a angústia, a solidão, a tristeza e nessa hora, que possam lembrar que Deus deu seu único filho e Jesus sempre esteve e sempre estará de braços abertos.”
Miranda conclui que hoje é um homem feliz e realizado e sua família tem um valor “que o mundo jamais poderia pagar”.

Fonte: Gospel Prime

Mulheres mandam Papa calar a boca

cala a boca papa
(foto divulgação)

Femen manda papa calar a boca

Ontem (13), quatro mulheres do grupo Femen, que luta pelos direito das mulheres e dos homossexuais foram presas na Praça São Pedro, no momento em que o Papa recitava o tradicional Angelus. As mulheres estavam ao lado de uma Árvore de Natal da praça, na frente da Basílica de São Pedro.

No momento em que o Papa apareceu na janela para recitar a oração do Angelus, tiraram a roupa e mostraram os corpos pintados com frases como “cale a boca” e nas costas “In gay we trust” (um trocadilho com a frase “In god we trust”, em Deus confiamos, frase impressa nas notas de dólar).

O protesto durou apenas alguns minutos. Algumas seguravam cartazes e gritavam palavras de ordem contra o papa até serem contidas pela polícia. A motivação seria questionar os ensinamentos “homofóbicos” da igreja católica, reforçados pelos discursos recentes do papa.

com informações: Gospel Prime

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Igreja Católica promete “guerra ao casamento gay”

vaticano
(Foto divulgação)
O jornal L’Osservatore Romano, principal publicação do Vaticano, publicou como matéria de capa os esforços que serão adotados pela Santa Sé para lutar, mesmo que sozinha, contra as iniciativas de conceder o reconhecimento legal de casais do mesmo sexo.

O ensinamento católico é que os homossexuais devem ser respeitados e tratados com dignidade, mas que seus atos são “intrinsecamente desordenados”. “Pode-se dizer que a igreja, pelo menos nesta frente de batalha, foi derrotada”, diz o L’Osservatore.

Em um comunicado paralelo, feito pelo porta-voz do Papa, à Rádio Vaticano, Federico Lombardi perguntou sarcasticamente por que os defensores do casamento entre homossexuais não pedem também o reconhecimento legal de casais poligâmicos. “Fica claro que, nos países ocidentais, existe uma tendência disseminada de modificar a visão histórica do casamento entre um homem e uma mulher. Ou mesmo de renunciar a ela, eliminando seu reconhecimento legal específico e privilegiado na comparação com outras formas de união”, disse o padre Lombardi.

O editorial de Lombardi na Rádio oficial da ICAR, transmitida para o mundo todo em cerca de 30 línguas, classificou as decisões como “míopes”, afirmando que “essa lógica não pode ter uma percepção de longo prazo visando o bem comum”.

As palavras de Lombardi tem muita força, considerando que além de porta-voz do Vaticano, é diretor da Rádio Vaticano e da Televisão do Vaticano. Ele afirmou ainda ser de “conhecimento público” que o “casamento monogâmico entre homem e mulher é uma conquista da civilização”.

A forte reação dos católicos é resultado das “conquistas” do movimento em diferentes partes do mundo. Três estados dos EUA aprovaram o casamento homossexual em referendos realizados junto com a eleição presidencial. Reeleito, Barack Obama já se disse favorável a esse reconhecimento que em breve deve ser legalizado em outros Estados americanos. Embora tenha parabenizado Obama pela reeleição, o Papa Bento XVI disse estar rezando para que os ideais de liberdade e justiça continuem a ser acolhidos no mundo.

Na mesma semana, a Espanha manteve a lei do casamento gay, e a França avançou com a legislação que promete legalizar o casamento gay no início do próximo ano. Contudo, no ambiente europeu cada vez mais liberal, não houve manifestações contrárias de vulto.

A reação da mídia do Vaticano deve ter repercussões imediatas dentro da Igreja Católica Romana. Ao que parece, a fortes reações indicam que seus líderes, prometeram “nunca parar de lutar contra as tentativas de “eliminar” o casamento heterossexual.

A Mídia do Vaticano insiste ainda que os católicos devem se esforçar nessa “luta corajosa para defender a doutrina da Igreja em face de ideologias politicamente corretas que tentam invadir todas as culturas do mundo”. “A Igreja é chamada a apresentar-se como o crítico solitário da modernidade”, disse Lombardi, ao enfatizar que os governos deveriam respeitar os valores essenciais defendidos pelo Vaticano, isso inclui a liberdade religiosa e a oposição ao aborto, eutanásia e outras questões classificadas como “pró-vida”.

Font: Gospel Prime

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Libertação de “demônio gay” ???

Não é só no Brasil que pastores e ativistas gays travam uma batalha pública na defesa de suas opiniões. Algum tempo atrás a rede CNN mostrou o vídeo de um culto realizado na igreja Manifested Glory, em Bridgeport, Estado de Connecticut, onde um jovem era liberto de um “espírito de homossexualidade”.

Os pastores do Manifested Glory pregam que todos os homossexuais são possuídos por demônios e que podem ser exorcizados. No vídeo polêmico eles aparecem orando por um garoto de 16 anos, que cai e se contorce incontrolavelmente no chão da igreja. Podem ser ouvidas claramente as ordens: “Você, demônio homossexual, levante-se e saia daqui! Demônio, saia agora! Demônio do sexo gay… sua cobra… sai!”.

Até que, em um determinado momento, o jovem homossexual vomita em um lenço. Muitos aplausos e gritos dos fieis são ouvidos. 
Veja o vídeo:


Na época, o vídeo provocou indignação entre grupos de defesa dos direitos LGBT e durante meses reavivaram as discussões sobre os direitos dos gays.

Patricia McKinney, pastora da igreja e que se descreve como profeta, disse que recebeu ameaças de morte depois da divulgação do culto na internet. Ela afirma não compreender a indignação. “Eu acredito em libertação, eu acredito em unção, eu acredito no poder de Jesus”, disse ela à CNN. “Já fui ameaçada, tenho sido atacada. Não faz sentido para nós o que eles estão fazendo.”

A pastora enfatiza que “expulsar espíritos imundos” é algo comum em sua igreja. O rapaz mostrado no vídeo, cujo nome não foi revelado, a teria procurado e dito que desejava ser um pastor, mas estava lutando contra sua homossexualidade.

“Nós permitimos que essas pessoas [homossexuais] entrem em nossa igreja. Porem, não queremos que elas saiam daqui e continuem com esse estilo de vida”, disse McKinney.

Robin McHaelen diretora-executiva da ONG True Colors, que defende os direitos dos gays, não acha que a igreja agiu com maldade, mas que esse tipo de atitude é fruto de ignorância.

“Nenhuma das pessoas nesse vídeo tinham a intenção de machucar o garoto”, disse ela. “Eles fizeram todo esse ritual na tentativa de livrá-lo de sentimentos que acham que ele não queria ter”. A True Colors afirma saber que o menino do vídeo é o quinto adolescente submetido a um “evento” como o que foi mostrado no vídeo.

Em meio à campanha presidencial dos Estados Unidos, a questão do casamento gay voltou a ser debatida na TV pelos candidatos e está em pauta novamente. Esta semana, o famoso site de humor FARK.COM publicou outro vídeo mostrando a libertação de um “demônio gay”.

Dezenas de outros sites reproduziram a matéria e o debate sobre o assunto voltou a mobilizar evangélicos e ativistas gays nos EUA.

No vídeo em questão, o pastor Bob Larson, que tem um conhecido ministério de libertação, expulsa o que ele chama de um “espírito homossexual”. Durante seu programa de TV “Lifetime”, Larson aparece dialogando com um homem possuído por um espírito maligno.

Após orar por ele, o pastor pede que o homem repita algumas palavras, invocando o Espírito Santo. Em um determinado momento, afirma que aquela pessoa está possuída por um “demônio do sexo gay”.

De acordo com Larson, o demônio tem de sair do corpo daquele homem, que pertence ao Espírito Santo. O homem reage, mudando seu tom de voz, sacudindo a cabeça e fazendo ameaças ao pastor. 
Veja aqui o vídeo:



Obviamente os sites de humor fazem graça com o ocorrido e o fato de o pastor anunciar depois do exorcismo que vende uma série de 3 DVDs sobre “Como quebrar as seis fortalezas de Satanás” por US$ 59.

Não é nova a ideia de alguns segmentos evangélicos que pessoas envolvidas na prática do homossexualismo estejam tomadas por algum espírito maligno. Mas essa opinião, obviamente, está longe de ser unanimidade.

Nos comentários das páginas que reproduziram o vídeo e no Youtube é possível ver cristãos criticando o pastor e muitas pessoas defendendo o direito de um homossexual viver como bem entender.



Com informações de CNN, Fark e God Discussion
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Pr. Silas comenta a mentira deslavada de Haddad e do PT

Silas e Haddad
(foto divulgação)
Silas diz não acreditar que a imprensa de São Paulo esteja a serviço de um mentiroso e inescrupuloso como Haddad. Ele nem precisa fazer teste para ser artista; ganha vaga em qualquer filme de Hollywood. Haddad e o PT produziram a notícia de que 20 entidades evangélicas e vários pastores estão apoiando sua candidatura. Tenho certeza de que ele aprendeu a mentir com seus mentores, que acabam de ser condenados pelo Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha.

Vejamos as mentiras: 

MENTIRA 1: Que os pastores pediram reunião com ele. Mentira! A equipe de Haddad que convidou os pastores, e a reunião aconteceu no diretório do PT em São Paulo.

MENTIRA 2: Que os pastores assinaram o manifesto de apoio a Haddad e contra minha posição “violenta” em relação a ele. Mentira! Os pastores assinaram um documento de apoio a Haddad sem saber que o documento também era um documento contra minha pessoa.

MENTIRA 3: Que a reunião foi feita com 200 líderes de entidades evangélicas. Mentira! Não tinha um líder, isto mesmo, um líder evangélico de expressão em São Paulo. Havia somente líderes sem projeção. Eu poderia listar os 20 maiores líderes de São Paulo, e nenhum deles estavam lá.

MENTIRA 4: Que 20 entidades evangélicas estão apoiando Haddad, inclusive a CGADB. Mentira! Como sempre tenho dito, quem apoia são as pessoas, e não as entidades. A CGADB, entidade maior das Assembleias de Deus do Brasil, é presidida pelo Pr. José Wellington, que apoia Serra e nunca falou em nome da CGADB ou da Assembleia de Deus.

Silas finaliza: os pastores que estavam na reunião questionaram Haddad sobre o kit gay, e ele se recusou a responder. Segundo Haddad, quando eu apoiei Serra, ele disse que não iria dar importância ao submundo da política e ao mundo das trevas. Agora, com medo de não receber o voto dos evangélicos, monta uma farsa para tentar ludibriar o povo de Deus em São Paulo.

deixe seu comentário:

Fonte: Verdade Gospel

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Pastor Silas comenta: A cartilha de Serra e o kit gay de Haddad


Silas Malafaia
O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo para falar sobre a nova polêmica em relação aos candidatos à prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Diante das críticas que o candidato petista tem recebido de líderes evangélicos, a Folha de São Paulo noticiou que Serra, quando era governador do Estado, aprovou e assinou uma cartilha que seria discutida por professores sobre homofobia e discriminação.

O que a reportagem mostra é que a cartilha de Serra tinha o mesmo conteúdo que o chamado “kit gay”, projeto do MEC produzido na gestão de Haddad.

Malafaia diz o que concorda e o que não concorda dessa cartilha, distribuída apenas para professores, e também reafirma que o kit do MEC era na verdade uma forma de ensinar o homossexualismo para crianças.

Entre os pontos que o pastor discordou da cartilha de Serra está a definição de homossexualidade, ele como psicólogo por formação afirma que não há dados científicos que afirmem que uma pessoa já nasce homossexual. Já o ponto de concordância encontrado no material distribuído para professores está na informação a respeito da discriminação de qualquer pessoa, incluindo homossexuais.

Assista:

Serra afirma que kit gay quer doutrinar as crianças ao homossexualismo

Jose Serra
(foto divulgação)
Durante uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o candidato à Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB), comentou sobre o chamado “kit gay” projeto do ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT) que está disputando com ele este segundo turno das eleições na capital paulista.

Serra que já foi ministro da Saúde lembra que enquanto ocupou este cargo não deixava nenhuma peça publicitária ou educacional ser divulgada sem que ele revisasse o conteúdo, coisas que Haddad não teria feito ao deixar passar grandes erros pedagógicos nesse kit que seria distribuído para 6 mil escolas públicas.

Questionado sobre o ponto mais fraco da gestão de seu concorrente, o tucano classificou tudo como “pior”. “O pior foi a área educacional propriamente dita. Quem tem que se explicar sobre o kit é ele, a Dilma, que revogou (a distribuição), e o TCU, que está cobrando os R$ 800 mil gastos nisso”.

Ainda sobre o “kit gay”, o candidato do PSDB mostrou-se contrário não ao projeto, mas ao conteúdo do material didático que não queria combater a homofobia, mas doutrinar as crianças ao homossexualismo. “O problema do kit gay é acima de tudo pedagógico. Quer doutrinar, em vez de educar”, disse.

Por receber apoio político do pastor Silas Malafaia, Serra foi questionado sobre sua posição sobre este projeto do MEC que precisou ser barrado pela presidenta.

“O Silas Malafaia apoiou o Eduardo Paes com vice do PT no Rio. Ele foi do conselhão do Lula, aquele conselho de desenvolvimento social. O problema é que, declarando apoio a mim, passou a ser inimigo do PT. Eu não vi a crítica mais aprofundada, mas tem um erro incrível, inclusive de matemática, quando no fundo faz apologia do bissexualismo. Diz é bom ser bissexual porque você aumenta em 50% a chance de ter programa no fim de semana. Não é 50%, é 100%. Segundo, isso não é combater homofobia, é uma espécie de doutrina”.

Ao Estadão, o candidato garantiu que tem projetos para combater a intolerância, mas da forma adequada. Lembrando que já realizou idealizou políticas públicas para deficientes, mulheres e idosos.

Serra acredita na participação de religiosos na política, dizendo que “os católicos e os evangélicos têm o direito de se manifestar”, e alfinetando o partido concorrente de não ser a favor dessa relação porque as igrejas não estão a favor deles. “Eu não sou cristão de boca de urna. O PT quer sempre reprimir isso quando não é do lado deles. É antidemocrático e preconceituoso.”

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pr. Silas responde ao conceito equivocado de Haddad sobre religiosos

Malafaia e Haddad
(foto reprodução Knal12)

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, acusou nesta quarta-feira (10), seu adversário no 2º turno, José Serra (PSDB), de “instrumentalizar” pastores evangélicos a fim de atacar sua honra.

“Minha família está muito indignada com a atitude do Serra de instrumentalizar pastores para me atacar na minha honra”, afirmou o “ministro do kit gay”.

Veja resposta do Pr. Silas Malafaia:



Deixe seu comentário expressando sua opinião.

                                                                                                                       Fonte: Verdade Gospel

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Estudante que diz ter tido ‘cura gay’ processa a Califórnia.


Um estudante universitário que afirma ter se curado das atrações homossexuais e se tornou heterossexual através de uma terapia abriu uma ação contra o estado da Califórnia, a qual promulgou recentemente uma lei que bane o tratamento da ‘cura gay’ para menores.
(fotos divulgação)
Aaron Blitzer, que é um estudante de terapia nessa área, juntamente com outros demandantes, alegam que a proibição os impede de prosseguir em sua carreira, infringindo a liberdade de expressão e religiosa da Primeira Emenda. O processo foi aberto na segunda-feira, no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste da Califórnia.

Outros demandantes que usam o tratamento com pacientes são, Donald Welsch, um terapeuta da família licenciado que atua num centro de aconselhamento cristão e o Dr. Anthony Duk, um psiquiatra católico.

Para o presidente e advogado do conservador Instituto de Justiça Pacífica, Brad Dacus, é uma “violação flagrante dos direitos dos jovens que sentem atração pelo mesmo sexo, e dos pais e conselheiros que sentem que isso seria benéfico para as necessidades de uma pessoa jovem”.

O advogado, que pediu para o juiz federal impedir que a lei entrasse em vigor, disse que o legislador teve um pressuposto errôneo de que todos os que possuem atrações homossexuais já tem isso no seu DNA.

“Ela ignora milhares, incluindo os demandantes, que tiveram passado pela terapia e estão agora em uma relação heterossexual feliz e saudável”, disse ele.

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O defensor do projeto, o senador da Califórnia Ted Lieu, viu a ação como uma “visão frívola da Primeira Emenda”, e chamou a terapia de conversão gay um “abuso psicológico infantil”.

O Projeto de Lei de Lieu, SB 1172, proíbe menores de 18 anos de passar por esforços de mudança da orientação sexual e está previsto para entrar em vigor em 1° de janeiro de 2013.

Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Marco Feliciano responde à Jean Wyllys: ‘parlapatão, néscio e desorientado, mas digno de minhas orações’

Marco Feliciano
(foto divulgação)
“Quero dizer que primeiramente na qualidade de cristão aprendi que ao sofrer um injusto ataque devemos oferecer a outra face e esse conceito nunca mudará no meu coração, portanto minha resposta será sempre de forma a respeitar o direito que tens de dizer aquilo que tiver vontade mas também tenho direito de discordar”, escreveu Marco Feliciano em seu blog.

Marco Feliciano fez a denúncia durante um Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, acusando os líderes LGBT de ativismo homossexual dentro da política e da sociedade.

No discurso, Marco afirmou que a Aids é uma “doençagay” e foi rebatido por Jean Wyllys que o acusou de fazer "alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais".

O deputado evangélico respondeu, dizendo que o púlpito de uma igreja não é lugar para demonstração de intelectualidade e que o objetivo do discurso religioso é espiritual, e não político ou intelectual.

Ele disse ainda que, apesar da AIDS poder atingir qualquer pessoa independente de preferência sexual, como alega Jean Wyllys, a própria ciência revela o predomínio de infecção da doença em pessoas manifestadamente homossexuais.

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“Tanto é verdade que quando se doa na entrevista se for declinada a condição de homossexual essa doação é recusada pois a medicina entende que se trata de grupo de risco.”

Marco Feliciano também desafia Jean Wyllys a apresentar qualquer outra religião que aprove a união de pessoas do mesmo sexo. “Será difícil para ele conseguir isso, pois em alguns templos nem a sua entrada será permitida quando não professar a fé correspondente aquele culto.”

A prática do ato íntimo entre dois homens ou duas mulheres, o pastor evangélico reafirma que “é e continuará sendo pecado”. E questiona o fato de que muitos que não aceitam a fé que difere da sua usam meios de comunicação para taxar outros de "ignorantes".

Marco relembra ainda que apoiou Jean Wyllys, quando em sua candidatura ele foi criticado por conseguir o mandato de deputado federal com voto de outros candidatos e com pouco mais de 10 mil votos. E questiona diante desse fato, quem seria fundamentalista.

“Saí em sua defesa afirmando que é regra estabelecida e temos que respeitar e novamente pergunto: Quem é fundamentalista?”.

Marco aponta que, segundo as estatísticas, menos de 5% do total da população se identificam como membros do movimento LGBT e acusa que eles não aceitam críticas por causa de sua militância e usam o termo “homofobia” face a qualquer manifestação contrária.

“Quem é fundamentalista?” questiona novamente o pastor.

Finalmente, Marco chama Jean Wyllys de parlapatão, por ficar “deblaterando sobre um assunto que ele desconhece.”

E promete mostrar um vídeo de Wyllys sobre Orientação Sexual na primeira infância, que ele parece indicar haver uma grande reação contrária dos Brasileiros.

“Então veremos a reação dos Brasileiros a respeito do que o nobre deputado e seus companheiros de militância gay inseridos no MEC, no conselho de Psicologia e afins pensam e preparam para os nossos filhos, e então veremos quem é de fato o fundamentalista.”

O pastor urge a Jean Wyllys e todos os seus leitores que “entendam que a nossa convivência tem que ser pacífica, com tolerância, paz e Deus no coração pois quando o senhor pergunta quem me deu o título de profeta eu respondo procure essa explicação na Bíblia que é o único livro que norteia a minha vida, todos os outros milhares que leio e que já li ilustram o meu intelecto mas não satisfazem a minha alma”.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Jean Wyllys responde à denúncia de Marco Feliciano sobre ativismo gay, Aids como doença gay

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor da causa LGBT no Congresso, respondeu à denúncia do deputado evangélico Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o ativismo gay no Brasil. Jean o chamou de “pastor e deputado do ódio e da mentira”.
Jean Wyllys
(foto divulgação)
“Mais uma vez, o deputado e pastor Marco Feliciano faz alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais, alvos permanentes de sua doentia obsessão”, escreveu Jean Wyllys, no site Brasil 247.


Marco Feliciano divulgou o vídeo de um discurso que fez no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em que ele fala sobre ativismo gay que é levantado por satanás e contra a família brasileira. Tal ativismo ele aponta como ocorrendo nas esferas da sociedade, influenciando os seus valores com as questões como o casamento homossexual e aborto.

O deputado evangélico reclamou que os ativistas gaysclamam pelo direito de liberdade de expressão, mas, querem ser exclusivos do direito. Segundo ele, os defensores da causa LGBT não toleram as críticas, alegando rapidamente discurso de ódio e homofobia.

Jean Wyllys classificou o discurso de Marco como “proselitismo hipócrita” que tem uma única missão de “atacar as religiões minoritárias e a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT)”. E acusou ainda o seu discurso de ser “fundamentalista e fascista”.

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Feliciano, entretanto, indica o contrário em sua denúncia, atribuindo aos discursos dos ativistas LGBT, os mecanismos usados por Stanley e uma linguagem de Hitler. Marco acredita que isso tem “travado a boca” da igreja, evangélica e católica.

Além disso, ele atribuiu a Aids como uma doença homossexual, que muitos têm evitado falar, inclusive o próprio governo. Ele aponta que 30% de pessoas a mais que no ano passado foram acometidas pela doença.

Jean Wyllys rebate a acusação alegando ser parte de "falsidades e mentiras". Na sua justificação ele admite, entretanto, que o perfil dos infectos era originalmente dos LGBTs desde o seu surgimento na década de 80, mas que depois a doença passou a atingir cada vez mais jovens, mulheres e idosos heterossexuais. Wyllys baseia-se em dados oficiais do programa da Organização das Nações Unidas para HIV/Aids (UNAIDS) que foram divulgados em julho deste ano.

No meio da batalha entre evangélicos e ativistas gays, Feliciano tenta defender valores cristãos da sociedade que aparentemente estão sendo colocados à prova pela luta pelos direitos homossexuais dos ativistas.

No ano passado, Supremo Tribunal Federal aprovou a legalização da união civil homossexual. Mais recentemente, a união e também a proposta que criminaliza o preconceito contra homossexuais foram aprovados pela Comissão que discute a reforma do Código Penal no Senado.

Marco Feliciano diz indignado que a igreja evangélica está se calando e precisa despertar. Ele fez mênção sobre a a falta de pronunciamento de deputados mesmo evangélicos que se recusaram a assinar a proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro decida sobre o casamento homossexual.

Ele urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.

Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Marco Feliciano denuncia o ativismo gay, conexões com Hitler e a Aids (Vídeo)

O deputado e pastor Marco Feliciano (PSC/SP) denunciou o ativismo gay dentro da política e na sociedade brasileira, em um vídeo que foi postado no Youtube nesta segunda-feira (17).


O vídeo foi de uma pregação feita no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora e divulgado pelo próprio deputado em sua conta do Twitter.

“Satanás tem levantado homens e mulheres e a igreja não tem se atinado a isso, enquanto a igreja se preocupa com seus redutos, enquanto o rei se preocupa com seus pequenos reinos, enquanto crentes não saem para evangelizar.... satanás levantou o seu ativismo neste país. Ação de satanás contra a família brasileira”, disse ele.

Marco Feliciano afirma que existe um ativismo gay promovido por satanás que está “infiltrado” no governo brasileiro.

“Me apavora chegar em Brasília toda a terça-feira, me apavora entrar dentro da câmara dos deputados deste país e saber como o diabo está infiltrado no governo brasileiro. E não só no governo brasileiro mas no governo do mundo.”

Enquanto isso, ele afirma que a igreja não está desperta e avisa que “se não houver hoje uma mudança hoje na consciência da igreja, se não houver uma consciência hoje na consciência dos crentes e cristãos, nós vamos afundar neste barco”.

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Marco Feliciano explica que ele precisou recentemente do apoio de 1/3 da casa para a sua proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro vote se ele quer ou não o casamento homossexual.

Entretanto, ele diz que tentou contar com a assinatura dos deputados cristãos presentes para o levantamento do plebiscito mas teve ajuda negada, com alguns justificando que isso seria “nadar contra a correnteza”.

Marco fala contra o ativismo homossexual mas deixa claro que não é contra os homossexuais, mas sim contra os ativistas. “Os homossexuais precisam do nosso apoio, de nossas orações”.

“O problema é o ativismo gay, o problema são pessoas que têm na sua cabeça o engendramento de satanás.”

O deputado ainda compara a sua tática com as de Stanley e Hitler. “São homens e mulheres que usam dos mesmos mecanismos que Stanley usou no seu comunismo nazista, usam a mesma linguagem de Hitler”. Ele explica que Hitler foi aquele que criou a frase “uma mentira contada várias vezes com muita ênfase se torna verdade”.

Marco denuncia que tais ativistas clamam pelo direito de liberdade de expressão, mas querem ser exclusivos do direito. “Fale qualquer coisa deles para você ver. Dê um arranhão no braço deles, no dia seguinte está estampada a sua cara na televisão. Nos chamam de homofóbicos, nos chamam de ditadores, de fundamentalistas, e de que nós encitamos ao ódio.”

Segundo o deputado, durante 20 anos o ativismo gay conseguiu “travar a boca” da igreja não só evangélica como a católica. A igreja católica, diz ele, também tem que ser chamada para a responsabilidade, bem como os professores, denunciando que tiraram o ensino religioso das escolas.

Para encerrar sua abordagem sobre o ativismo gay, ele lembra que a Aids, é uma doença da qual muitos evitam falar e que muito não tem se falado nem pelo governo, mesmo com 30% de pessoas a mais que no ano passado tendo sido acometidas pela doença.

“Por quê ninguém fala, por quê o governo tampouco toca no assunto?” pergunta ele.

E responde: “É porque a Aids é uma doença gay. A Aids é uma doença que veio desse povo. Mas se você falar vai colocar eles numa situação constrangedora que eles não vão conseguir verba”.

Marco proclama que a igreja “precisa se levantar, a igreja precisa acompanhar a política.” E deixa o recado. “Você que passa o dia todo na internet, você que passa o dia todo ‘desgraçando’ os seus irmãos na internet: Faça algo pelo reino, infeliz! Faça algo pelo Reino!”

“Até quando os nossos cantores gospel (...), até quando nós pregadores que temos aí graça do povo no Twitter, vamos passar o dia todo pintando ‘futilidades’?

“Os crentes se calam. Buscam santidade nas suas igrejas mas não têm coragem de fazer um simpósio para ensinar seus filhos sobre esta artimanha.”

Marco urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.

Confira o Video no Youtube:

Fonte: The Christian Post

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Movimento polêmico propõe criar crianças sem definir o gênero sexual

Um movimento contrário aos padrões de gênero vem ganhando espaço. O grupo proclama a não distinção de sexo, enxergando apenas uma criança, ou seja, um ser de gênero neutro (o ‘gender neutral parenting’). A “criação de gênero neutro”, em tradução livre, não faz distinção entre meninos e meninas.


O movimento acredita ser saudável permitir às crianças vivências ligadas ao gênero oposto, como meninos dançarem balé e meninas brincarem de luta. A filosofia de gênero neutro recomenda que nem sequer se faça referências sobre o sexo da criança mesmo a parentes e amigos próximos, a fim de impedir que ela seja tratada dentro dos padrões convencionais.

Os pais adeptos da criação de gênero neutro garantem que pretendem, assim, ampliar as experiências de vida dos filhos e permitir que eles escolham, na hora certa, como querem levar a vida.

Para os críticos, entretanto, a falta de modelos definidos causa uma grande confusão na cabeça das crianças e pode ter efeitos maléficos posteriormente.

Um dos casos mais famosos foi o de Sasha Laxton. Durante cinco anos, seus pais se recusaram a revelar o sexo da criança. No início deste ano, próximo ao início do ingresso na escola, o casal resolveu que Sasha é um menino.

Os pais sempre o incentivaram a brincar com o que quisesse, fossem bonecas, caminhões ou peças de encaixar. Eles também dizem que nunca bloquearam ou forçaram qualquer desejo do menino ao escolher roupas, cortes de cabelo e outros artigos do cotidiano. Garantem, enfim, que Sasha sabe que é um menino, mas tem toda liberdade para ser como quiser.

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No espectro oposto, Shiloh Jolie-Pitt, a filha de 6 anos de Brad Pitt e Angelina Jolie, só se veste como menino. "Ela quer ser um garoto, então tivemos que cortar o cabelo dela", declarou Jolie à revista Vanity Fair em 2010. A atriz acrescentou ainda não estar preocupada. "Eu era como ela quando pequena", completou.

De acordo com publicação Delas iG, o psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade, de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas, em São Paulo, comenta que proporcionar opções à criança é válido, mas o exagero não é saudável.

“Permitir experiências de meninas e meninos ‘no campo do outro’ é saudável, mas forçar 100% uma situação de gênero neutro é irreal. Isso pode causar o efeito completamente contrário e gerar um adolescente e um adulto muito confuso, que culpa os pais por isso”, explica ele.

“Muitas pessoas ainda acham que a questão do gênero é cultural, mas hoje sabemos que, a rigor, a identidade é algo fisiológico também”, completa.

A psicopedagoga Irene Maluf concorda. “Nossos hormônios também são responsáveis por nos fazer procurar nossos desejos e nossos iguais”, diz. “Crianças na faixa dos 2 ou 3 anos já começam a se separar em grupos de meninos e meninas por muitos motivos, desde o comportamento até a impostação de voz”.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

'trindade arrogante', Marco Feliciano responde à declaração de Marta Suplicy 'Lula é Deus'

Depois da declaração polêmica da defensora de longa data dos direitos LGBT no Brasil, a senadoraMarta Suplicy, de que "Lula é deus", Marco Feliciano reagiu através de seu Twitter chamando isso de “arrogante”.


trindade arrogante
("Trio Parada Dura")
A declaração de Marta foi feita nesta quarta-feira, nas vésperas de ela assumir o Ministério da Cultura, substituindo Ana de Hollanda, demitida após reclamar de baixo orçamento do Ministério.

"Lula é deus, eu sou quem faz, e Dilma tem boa reputação", declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para seu partido (PT) para vencer as eleições de 2012, para prefeitos e vice-prefeitos e vereadores.

"Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando", acrescentou.

O deputado e pastor Marco Feliciano, que tem se envolvido nos conflitos em curso entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente sua postura.








escreveu ele no micro blog. 







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"Trindade arrogante", completou Feliciano referindo-se ao trio "Lula, Dilma e Marta".






Com tal declaração, a senadora foi questionada se haveria qualquer sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa pela cidade de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

"Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei com o Haddad: primeiro vai gastar sola de sapato, conhecer a cidade", ela respondeu.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar um material amplamente criticado, o "kit gay", contra a homofobia nas escolas públicas e do projeto de lei para criminalizar a homofobia no país. O material foi suspenso por Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano e o projeto de lei PLC 122 ainda está pendente no Congresso.

Sendo agora ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra "dor de cabeça" para os cristãos evangélicos, de acordo com Feliciano. Os evangélicos, que estavam "felizes" com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de "tensão" do que se esperar de seu Ministério.


Com informações: The Christian Post
imagens: micro blogger Twitter | Brasil247