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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O cristão pode adotar métodos anticoncepcionais? Pastor Marco Feliciano responde.

cristão e anticoncepcional
(foto divulgação)

O cristão pode adotar métodos anticoncepcionais? Essa questão é bastante comentada e discutida entre os evangélicos brasileiros. Para tentar esclarecer esse assunto o pastor Marco Feliciano falou sobre o tema em seu blog.

Feliciano começou falando sobre a alegria que a presença de um bebê traz à família. Falou de sua experiência paterna e das responsabilidades que estão implícitas nesta chegada. Educação, saúde, boa alimentação, atenção, carinho e todo cuidado que o bom desenvolvimento de um ser exige.

Na visão de Marco Feliciano um cristão pode adotar métodos anticoncepcionais, desde que, sejam adotados como forma de planejamento familiar, com responsabilidade e sem vaidade. O pastor acredita que o uso de anticoncepcionais por motivos fúteis como “ evitar filhos para não perder a juventude, ou, para não perder o porte físico, a esbelteza, porque a vida está difícil, para não ter trabalho, porque não acha justo ter filhos em uma sociedade com tantos problemas, são argumentos injustificáveis e que trazem um grande perigo de pecar contra a vontade permissiva de Deus”, explica.

Um exemplo dado pelo pastor sobre a presença infantil no lar foi a ordem que Jesus deu a seus discípulos, dizendo que deixassem as crianças se aproximar dEle, por que o Reino de Deus era delas. Feliciano também apontou as respostas divinas sobre aqueles que no Antigo e no Novo Testamentos não podiam gerar filhos.

Para o pastor assembleiano o controle de natalidade imposta por alguns países são indiscutíveis por questões socioeconômicas.

“Em países como a China as medidas restritivas com relação a concepção está em motivos indiscutíveis: a população cresceu tanto que o espaço territorial e o desenvolvimento socioeconômico não foram suficientes para comportar tamanho número populacional”, explica.

O pastor também ensina que o casal deve estar preparado emocionalmente, fisicamente, financeiramente e espiritualmente para gerar um filho.

“Quanto ao planejamento familiar não há referências expressivas na Bíblia. Mas se os filhos são bênçãos para o lar e herança do Senhor, a irresponsabilidade, sub-nutrição, mal-educação, e o mal-cuidado pode desagradar ao Senhor. O casal deve estar preparado emocionalmente, fisicamente, financeiramente e espiritualmente para gerar um filho. O cristão deve buscar a direção de Deus e se preparar para, ao receber a dádiva da bênção conjugal de gerar uma vida, conseguir dar os cuidados necessários para manter esta vida de forma digna. Boa alimentação para desenvolvimento do novo ser, cuidados com a saúde para não desenvolver deficiências, subnutrição, boa educação para não criar uma pessoa prejudicada em relação aos demais indivíduos, são algumas das responsabilidades implícitas”, ensina.

Marco também ensina que a Bíblia permite a abstenção sexual, mas por ”por mútuo consentimento”, num período de tempo para se dedicar a oração e consagração, conforme 1 Coríntios 7.4 e 5.

Leia o texto na íntegra aqui: Pr Marco Feliciano.

Fonte: Verdade Gospel

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Marco Feliciano responde à Jean Wyllys: ‘parlapatão, néscio e desorientado, mas digno de minhas orações’

Marco Feliciano
(foto divulgação)
“Quero dizer que primeiramente na qualidade de cristão aprendi que ao sofrer um injusto ataque devemos oferecer a outra face e esse conceito nunca mudará no meu coração, portanto minha resposta será sempre de forma a respeitar o direito que tens de dizer aquilo que tiver vontade mas também tenho direito de discordar”, escreveu Marco Feliciano em seu blog.

Marco Feliciano fez a denúncia durante um Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, acusando os líderes LGBT de ativismo homossexual dentro da política e da sociedade.

No discurso, Marco afirmou que a Aids é uma “doençagay” e foi rebatido por Jean Wyllys que o acusou de fazer "alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais".

O deputado evangélico respondeu, dizendo que o púlpito de uma igreja não é lugar para demonstração de intelectualidade e que o objetivo do discurso religioso é espiritual, e não político ou intelectual.

Ele disse ainda que, apesar da AIDS poder atingir qualquer pessoa independente de preferência sexual, como alega Jean Wyllys, a própria ciência revela o predomínio de infecção da doença em pessoas manifestadamente homossexuais.

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“Tanto é verdade que quando se doa na entrevista se for declinada a condição de homossexual essa doação é recusada pois a medicina entende que se trata de grupo de risco.”

Marco Feliciano também desafia Jean Wyllys a apresentar qualquer outra religião que aprove a união de pessoas do mesmo sexo. “Será difícil para ele conseguir isso, pois em alguns templos nem a sua entrada será permitida quando não professar a fé correspondente aquele culto.”

A prática do ato íntimo entre dois homens ou duas mulheres, o pastor evangélico reafirma que “é e continuará sendo pecado”. E questiona o fato de que muitos que não aceitam a fé que difere da sua usam meios de comunicação para taxar outros de "ignorantes".

Marco relembra ainda que apoiou Jean Wyllys, quando em sua candidatura ele foi criticado por conseguir o mandato de deputado federal com voto de outros candidatos e com pouco mais de 10 mil votos. E questiona diante desse fato, quem seria fundamentalista.

“Saí em sua defesa afirmando que é regra estabelecida e temos que respeitar e novamente pergunto: Quem é fundamentalista?”.

Marco aponta que, segundo as estatísticas, menos de 5% do total da população se identificam como membros do movimento LGBT e acusa que eles não aceitam críticas por causa de sua militância e usam o termo “homofobia” face a qualquer manifestação contrária.

“Quem é fundamentalista?” questiona novamente o pastor.

Finalmente, Marco chama Jean Wyllys de parlapatão, por ficar “deblaterando sobre um assunto que ele desconhece.”

E promete mostrar um vídeo de Wyllys sobre Orientação Sexual na primeira infância, que ele parece indicar haver uma grande reação contrária dos Brasileiros.

“Então veremos a reação dos Brasileiros a respeito do que o nobre deputado e seus companheiros de militância gay inseridos no MEC, no conselho de Psicologia e afins pensam e preparam para os nossos filhos, e então veremos quem é de fato o fundamentalista.”

O pastor urge a Jean Wyllys e todos os seus leitores que “entendam que a nossa convivência tem que ser pacífica, com tolerância, paz e Deus no coração pois quando o senhor pergunta quem me deu o título de profeta eu respondo procure essa explicação na Bíblia que é o único livro que norteia a minha vida, todos os outros milhares que leio e que já li ilustram o meu intelecto mas não satisfazem a minha alma”.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Jean Wyllys responde à denúncia de Marco Feliciano sobre ativismo gay, Aids como doença gay

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor da causa LGBT no Congresso, respondeu à denúncia do deputado evangélico Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o ativismo gay no Brasil. Jean o chamou de “pastor e deputado do ódio e da mentira”.
Jean Wyllys
(foto divulgação)
“Mais uma vez, o deputado e pastor Marco Feliciano faz alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais, alvos permanentes de sua doentia obsessão”, escreveu Jean Wyllys, no site Brasil 247.


Marco Feliciano divulgou o vídeo de um discurso que fez no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em que ele fala sobre ativismo gay que é levantado por satanás e contra a família brasileira. Tal ativismo ele aponta como ocorrendo nas esferas da sociedade, influenciando os seus valores com as questões como o casamento homossexual e aborto.

O deputado evangélico reclamou que os ativistas gaysclamam pelo direito de liberdade de expressão, mas, querem ser exclusivos do direito. Segundo ele, os defensores da causa LGBT não toleram as críticas, alegando rapidamente discurso de ódio e homofobia.

Jean Wyllys classificou o discurso de Marco como “proselitismo hipócrita” que tem uma única missão de “atacar as religiões minoritárias e a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT)”. E acusou ainda o seu discurso de ser “fundamentalista e fascista”.

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Feliciano, entretanto, indica o contrário em sua denúncia, atribuindo aos discursos dos ativistas LGBT, os mecanismos usados por Stanley e uma linguagem de Hitler. Marco acredita que isso tem “travado a boca” da igreja, evangélica e católica.

Além disso, ele atribuiu a Aids como uma doença homossexual, que muitos têm evitado falar, inclusive o próprio governo. Ele aponta que 30% de pessoas a mais que no ano passado foram acometidas pela doença.

Jean Wyllys rebate a acusação alegando ser parte de "falsidades e mentiras". Na sua justificação ele admite, entretanto, que o perfil dos infectos era originalmente dos LGBTs desde o seu surgimento na década de 80, mas que depois a doença passou a atingir cada vez mais jovens, mulheres e idosos heterossexuais. Wyllys baseia-se em dados oficiais do programa da Organização das Nações Unidas para HIV/Aids (UNAIDS) que foram divulgados em julho deste ano.

No meio da batalha entre evangélicos e ativistas gays, Feliciano tenta defender valores cristãos da sociedade que aparentemente estão sendo colocados à prova pela luta pelos direitos homossexuais dos ativistas.

No ano passado, Supremo Tribunal Federal aprovou a legalização da união civil homossexual. Mais recentemente, a união e também a proposta que criminaliza o preconceito contra homossexuais foram aprovados pela Comissão que discute a reforma do Código Penal no Senado.

Marco Feliciano diz indignado que a igreja evangélica está se calando e precisa despertar. Ele fez mênção sobre a a falta de pronunciamento de deputados mesmo evangélicos que se recusaram a assinar a proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro decida sobre o casamento homossexual.

Ele urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.

Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Marco Feliciano denuncia o ativismo gay, conexões com Hitler e a Aids (Vídeo)

O deputado e pastor Marco Feliciano (PSC/SP) denunciou o ativismo gay dentro da política e na sociedade brasileira, em um vídeo que foi postado no Youtube nesta segunda-feira (17).


O vídeo foi de uma pregação feita no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora e divulgado pelo próprio deputado em sua conta do Twitter.

“Satanás tem levantado homens e mulheres e a igreja não tem se atinado a isso, enquanto a igreja se preocupa com seus redutos, enquanto o rei se preocupa com seus pequenos reinos, enquanto crentes não saem para evangelizar.... satanás levantou o seu ativismo neste país. Ação de satanás contra a família brasileira”, disse ele.

Marco Feliciano afirma que existe um ativismo gay promovido por satanás que está “infiltrado” no governo brasileiro.

“Me apavora chegar em Brasília toda a terça-feira, me apavora entrar dentro da câmara dos deputados deste país e saber como o diabo está infiltrado no governo brasileiro. E não só no governo brasileiro mas no governo do mundo.”

Enquanto isso, ele afirma que a igreja não está desperta e avisa que “se não houver hoje uma mudança hoje na consciência da igreja, se não houver uma consciência hoje na consciência dos crentes e cristãos, nós vamos afundar neste barco”.

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Marco Feliciano explica que ele precisou recentemente do apoio de 1/3 da casa para a sua proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro vote se ele quer ou não o casamento homossexual.

Entretanto, ele diz que tentou contar com a assinatura dos deputados cristãos presentes para o levantamento do plebiscito mas teve ajuda negada, com alguns justificando que isso seria “nadar contra a correnteza”.

Marco fala contra o ativismo homossexual mas deixa claro que não é contra os homossexuais, mas sim contra os ativistas. “Os homossexuais precisam do nosso apoio, de nossas orações”.

“O problema é o ativismo gay, o problema são pessoas que têm na sua cabeça o engendramento de satanás.”

O deputado ainda compara a sua tática com as de Stanley e Hitler. “São homens e mulheres que usam dos mesmos mecanismos que Stanley usou no seu comunismo nazista, usam a mesma linguagem de Hitler”. Ele explica que Hitler foi aquele que criou a frase “uma mentira contada várias vezes com muita ênfase se torna verdade”.

Marco denuncia que tais ativistas clamam pelo direito de liberdade de expressão, mas querem ser exclusivos do direito. “Fale qualquer coisa deles para você ver. Dê um arranhão no braço deles, no dia seguinte está estampada a sua cara na televisão. Nos chamam de homofóbicos, nos chamam de ditadores, de fundamentalistas, e de que nós encitamos ao ódio.”

Segundo o deputado, durante 20 anos o ativismo gay conseguiu “travar a boca” da igreja não só evangélica como a católica. A igreja católica, diz ele, também tem que ser chamada para a responsabilidade, bem como os professores, denunciando que tiraram o ensino religioso das escolas.

Para encerrar sua abordagem sobre o ativismo gay, ele lembra que a Aids, é uma doença da qual muitos evitam falar e que muito não tem se falado nem pelo governo, mesmo com 30% de pessoas a mais que no ano passado tendo sido acometidas pela doença.

“Por quê ninguém fala, por quê o governo tampouco toca no assunto?” pergunta ele.

E responde: “É porque a Aids é uma doença gay. A Aids é uma doença que veio desse povo. Mas se você falar vai colocar eles numa situação constrangedora que eles não vão conseguir verba”.

Marco proclama que a igreja “precisa se levantar, a igreja precisa acompanhar a política.” E deixa o recado. “Você que passa o dia todo na internet, você que passa o dia todo ‘desgraçando’ os seus irmãos na internet: Faça algo pelo reino, infeliz! Faça algo pelo Reino!”

“Até quando os nossos cantores gospel (...), até quando nós pregadores que temos aí graça do povo no Twitter, vamos passar o dia todo pintando ‘futilidades’?

“Os crentes se calam. Buscam santidade nas suas igrejas mas não têm coragem de fazer um simpósio para ensinar seus filhos sobre esta artimanha.”

Marco urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.

Confira o Video no Youtube:

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

'trindade arrogante', Marco Feliciano responde à declaração de Marta Suplicy 'Lula é Deus'

Depois da declaração polêmica da defensora de longa data dos direitos LGBT no Brasil, a senadoraMarta Suplicy, de que "Lula é deus", Marco Feliciano reagiu através de seu Twitter chamando isso de “arrogante”.


trindade arrogante
("Trio Parada Dura")
A declaração de Marta foi feita nesta quarta-feira, nas vésperas de ela assumir o Ministério da Cultura, substituindo Ana de Hollanda, demitida após reclamar de baixo orçamento do Ministério.

"Lula é deus, eu sou quem faz, e Dilma tem boa reputação", declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para seu partido (PT) para vencer as eleições de 2012, para prefeitos e vice-prefeitos e vereadores.

"Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando", acrescentou.

O deputado e pastor Marco Feliciano, que tem se envolvido nos conflitos em curso entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente sua postura.








escreveu ele no micro blog. 







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"Trindade arrogante", completou Feliciano referindo-se ao trio "Lula, Dilma e Marta".






Com tal declaração, a senadora foi questionada se haveria qualquer sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa pela cidade de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

"Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei com o Haddad: primeiro vai gastar sola de sapato, conhecer a cidade", ela respondeu.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar um material amplamente criticado, o "kit gay", contra a homofobia nas escolas públicas e do projeto de lei para criminalizar a homofobia no país. O material foi suspenso por Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano e o projeto de lei PLC 122 ainda está pendente no Congresso.

Sendo agora ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra "dor de cabeça" para os cristãos evangélicos, de acordo com Feliciano. Os evangélicos, que estavam "felizes" com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de "tensão" do que se esperar de seu Ministério.


Com informações: The Christian Post
imagens: micro blogger Twitter | Brasil247