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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mulheres mandam Papa calar a boca

cala a boca papa
(foto divulgação)

Femen manda papa calar a boca

Ontem (13), quatro mulheres do grupo Femen, que luta pelos direito das mulheres e dos homossexuais foram presas na Praça São Pedro, no momento em que o Papa recitava o tradicional Angelus. As mulheres estavam ao lado de uma Árvore de Natal da praça, na frente da Basílica de São Pedro.

No momento em que o Papa apareceu na janela para recitar a oração do Angelus, tiraram a roupa e mostraram os corpos pintados com frases como “cale a boca” e nas costas “In gay we trust” (um trocadilho com a frase “In god we trust”, em Deus confiamos, frase impressa nas notas de dólar).

O protesto durou apenas alguns minutos. Algumas seguravam cartazes e gritavam palavras de ordem contra o papa até serem contidas pela polícia. A motivação seria questionar os ensinamentos “homofóbicos” da igreja católica, reforçados pelos discursos recentes do papa.

com informações: Gospel Prime

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Igreja Católica promete “guerra ao casamento gay”

vaticano
(Foto divulgação)
O jornal L’Osservatore Romano, principal publicação do Vaticano, publicou como matéria de capa os esforços que serão adotados pela Santa Sé para lutar, mesmo que sozinha, contra as iniciativas de conceder o reconhecimento legal de casais do mesmo sexo.

O ensinamento católico é que os homossexuais devem ser respeitados e tratados com dignidade, mas que seus atos são “intrinsecamente desordenados”. “Pode-se dizer que a igreja, pelo menos nesta frente de batalha, foi derrotada”, diz o L’Osservatore.

Em um comunicado paralelo, feito pelo porta-voz do Papa, à Rádio Vaticano, Federico Lombardi perguntou sarcasticamente por que os defensores do casamento entre homossexuais não pedem também o reconhecimento legal de casais poligâmicos. “Fica claro que, nos países ocidentais, existe uma tendência disseminada de modificar a visão histórica do casamento entre um homem e uma mulher. Ou mesmo de renunciar a ela, eliminando seu reconhecimento legal específico e privilegiado na comparação com outras formas de união”, disse o padre Lombardi.

O editorial de Lombardi na Rádio oficial da ICAR, transmitida para o mundo todo em cerca de 30 línguas, classificou as decisões como “míopes”, afirmando que “essa lógica não pode ter uma percepção de longo prazo visando o bem comum”.

As palavras de Lombardi tem muita força, considerando que além de porta-voz do Vaticano, é diretor da Rádio Vaticano e da Televisão do Vaticano. Ele afirmou ainda ser de “conhecimento público” que o “casamento monogâmico entre homem e mulher é uma conquista da civilização”.

A forte reação dos católicos é resultado das “conquistas” do movimento em diferentes partes do mundo. Três estados dos EUA aprovaram o casamento homossexual em referendos realizados junto com a eleição presidencial. Reeleito, Barack Obama já se disse favorável a esse reconhecimento que em breve deve ser legalizado em outros Estados americanos. Embora tenha parabenizado Obama pela reeleição, o Papa Bento XVI disse estar rezando para que os ideais de liberdade e justiça continuem a ser acolhidos no mundo.

Na mesma semana, a Espanha manteve a lei do casamento gay, e a França avançou com a legislação que promete legalizar o casamento gay no início do próximo ano. Contudo, no ambiente europeu cada vez mais liberal, não houve manifestações contrárias de vulto.

A reação da mídia do Vaticano deve ter repercussões imediatas dentro da Igreja Católica Romana. Ao que parece, a fortes reações indicam que seus líderes, prometeram “nunca parar de lutar contra as tentativas de “eliminar” o casamento heterossexual.

A Mídia do Vaticano insiste ainda que os católicos devem se esforçar nessa “luta corajosa para defender a doutrina da Igreja em face de ideologias politicamente corretas que tentam invadir todas as culturas do mundo”. “A Igreja é chamada a apresentar-se como o crítico solitário da modernidade”, disse Lombardi, ao enfatizar que os governos deveriam respeitar os valores essenciais defendidos pelo Vaticano, isso inclui a liberdade religiosa e a oposição ao aborto, eutanásia e outras questões classificadas como “pró-vida”.

Font: Gospel Prime

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Apresentadora de programa cristão revela como deixou o homossexualismo

Priscila Coelho, 28 anos, atualmente apresentadora do programa ‘Amplificador’ da Rede Super de Televisão, contou como deixou o homossexualismo e as drogas aos 24 anos após um encontro com Deus.
“Eu entrava no quarto e pensava comigo mesma que eu desejava o Deus que a minha mãe serve”.
Filha de pais cristãos, Priscila conta que desde criança foi uma pessoa agitada e aos 5 anos após sofrer abuso sexual, ela conta que sua vida mudou.

De acordo com publicação Lagoinha, a apresentadora conta que o abuso fez com que o sexo estivesse sempre muito presente em sua vida.

Ela revela que apesar de sentir desejo em se relacionar com mulheres só iniciou relacionamentos com pessoas do mesmo sexo após um tio se declarar gay. Priscila comenta que foi como despertar algo que já queria fazer.

“Acredito que ele despertou em mim algo que eu já gostava. Então, em um dia, ele me disse que era gay, e essa informação mexeu comigo. Descobri que eu também gostava de me relacionar com pessoa do mesmo sexo, mas não foi culpa dele. Eu já tinha certo interesse! Ele apenas despertou o que estava dentro de mim”.

Priscila ainda revela que em seus relacionamentos com pessoa do mesmo sexo tentava reproduzir de forma psicológica aquilo que havia sofrido durante o abuso sexual quando criança.

“Procurava manter as meninas sob domínio e queria que elas ficassem apaixonadas por mim. Aproveitava do sentimento delas e ‘pisava’”.

A apresentadora conta que sentiu como “um abismo chama o outro”, referindo-se a época em que bebia e usava drogas. “Usava muita cocaína”, revelou.

Momento da Conversão

Priscila conta que em um relacionamento com uma garota do Rio de Janeiro resolveu sair de Belo Horizonte- MG, para viver com sua parceira. Apesar disso, ela revela que tinha a consciência de que havia um “Deus e que ele não estava satisfeita com o que eu fazia”.

Depois disso, sua parceira decidiu terminar o relacionamento fazendo com que Priscila retornasse para BH.

A apresentadora já havia participado de alguns cultos da igreja Lagoinha, e segundo ela, ao ouvir as pregações do pastor André Valadão chegou a sentir vontade de se converter ao Cristianismo.

“Mas toda vez que eu pensava em me converter, imaginava que devia largar o lesbianismo, e como não queria, ficava adiando”.

Priscila ainda comenta que ao voltar para sua cidade foi a um retiro evangelístico, promovido pela igreja, onde pode ouvir Deus falar ao seu coração.

“Retornei na segunda-feira e decidi largar tudo. Não foi a igreja e nem nenhuma oposição, mas Deus falou ao meu coração que aquilo que sempre procurei havia acabado de encontrar. E realmente a minha vida mudou”.

Fonte: The Christian Post






terça-feira, 16 de outubro de 2012

Rede Super mostra testemunho de ex-homossexual

O programa Impacto de Vida da Rede Super entrevistou Daniel Felipe, um homem que na juventude conheceu o mundo das drogas e mais tarde se assumiu como homossexual para sua família.

A vida de Daniel foi marcada por diversas palavras de maldição vindas de seus pais e pessoas próximas. Tudo ficou ainda mais difícil quando ele descobriu que era filho adotivo.

Quando ele estava na adolescência seus pais se separaram e tudo ficou ainda mais complicado para Daniel. “Aquilo me machucou muito”, disse ele que conta que depois de um tempo sua mãe passou a se relacionar com outro homem.

“Às vezes ele chegava [em casa] e eu saia, daí eu comecei a ir para a casa de alguns amigos e esses amigos já tinham uma vida meio bagunçada, já usavam drogas”, relata.

Para poder sair de casa, Daniel conseguiu um emprego e passou a ser assediado por outro homem. “Ele estava prestes a completar 18 anos e eu tinha 15 anos, mas eu nunca tinha pensando em nada disso”.

Com o passar do tempo eles começaram a se relacionar, um relacionamento cheio de brigas e ciúmes. Ao terminar o namoro Daniel passou a usar drogas. Com a vida indo de mal a pior, Daniel Felipe passou a ser evangelizado e aceitou começar a participar das reuniões e conseguiu se libertar de toda a maldição que fora lançada sobre ele.

Assista: