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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cairo condena à morte 7 cristãos por filme anti-islã


Um tribunal do Cairo, no Oriente médio, confirmou nesta terça-feira a sentença da pena de morte aos sete cristãos acusados de
participar do filme “anti-islã” que gerou protestos no mundo islâmico.

O tribunal decidiu também reduzir a pena do pastor Terry Jones para cinco anos. Ele foi um dos protagonistas da queima do Alcorão e havia sido sentenciado também à pena de morte.

Os sete cristãos egípcios se encontram atualmente nos Estados Unidos. Eles são acusados de insultar a religião muçulmana e denegrir a unidade nacional.

Nos casos em que há crime de blasfêmia, em que a pena é máxima, os tribunais transferem a decisão para aprovação pelo máximo responsável islâmico.

O filme “A inocência dos muçulmanos” foi dirigido e produzido por Sam Bacile, um corretor imobiliário israelense-americano.

O vídeo foi publicado no YouTube representando Maomé de forma caricata. O filme de 13 minutos foi considerado uma ofensa aos muçulmanos, desencadeando uma onda de violência e causando a morte de pelos menos 30 pessoas.



Fonte: Christian Post

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pastor coreano ganha vitória na luta para manter a filha com câncer no cérebro viva


Um pastor coreano ganhou uma vitória em uma batalha legal entre ele e os médicos e advogado de sua filha Sungeun Grace Lee, 28, que está em estado terminal e havia pedido para morrer. O Rev.Man Ho Lee, que acredita que somente Deus pode decidir sobre a vida de Grace, recebeu o direito de ser o procurador em assuntos relacionados à sua saúde.



Um juiz o concedeu recentemente a procuração depois que Grace Lee decidiu que ela queria viver, e dando o direito ao pai de decidir por sua vida quando ela já não tiver mais condições de fazê-lo. Grace está com câncer no cérebro e paralisada do pescoço para baixo, no hospital Universitário de North Shore, em Manhasset, Long Island, Nova York.

Grace Lee havia ganho uma causa contra seus pais pelo seu direito de remover os aparelhos respiratórios que a ajudam a manter-se viva, na semana passada. Entretanto, o advogado dela afirmou que ela mudou de ideia, dizendo que queria viver.

O pai, pastor da Igreja Missionária de Antioquia, no Queens, Nova York, afirma que a filha teria falado de sua vontade morrer por influência dos remédios pesados. Ele e sua esposa afirmam que Grace acredita em permitir a Deus que determine seu destino.

Os familiares também atestam que Grace, que trabalhava como gerente de um banco de finanças, sempre teve vontade de viver. Segundo eles, Grace passou anos ensinando na escola dominical na igreja de seu pai, além de participar de viagens missionárias para a África.

Durante uma semana, doutores do hospital e o advogado de Grace insistiram que ela não poderia mais suportar viver desta maneira e que queria permissão para morrer.

O pai de Grace reclamou que os doutores estavam mais investindo em tirar suas dores com os medicamentos, entretanto, não tratando do seu tumor.

Milhares de apoiadores em Nova York e Nova Jersey estão apoiando a causa orando por Grace todos os domingos.

Jovens membros da igreja também vem trabalhando com uma campanha para que as autoridades a mantenham viva, através de páginas no Facebook e no Tumblr. Eles estão coletando assinaturas para uma petição que já possui mais de 4 mil assinaturas e dizem estar prontos para levar a causa em Washington, caso seja necessário.

“O hospital e o tribunal estão cometendo um erro só porque eles não sabem quem Grace realmente é. (...) Ela é a pessoa mais otimista, positiva e persistente que existe e sempre incentivou os outros a fazerem o mesmo”, escreveram os membros da igreja em uma carta direcionada a outras igrejas coreanas.
Fonte: The Christian Post

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Estudante que diz ter tido ‘cura gay’ processa a Califórnia.


Um estudante universitário que afirma ter se curado das atrações homossexuais e se tornou heterossexual através de uma terapia abriu uma ação contra o estado da Califórnia, a qual promulgou recentemente uma lei que bane o tratamento da ‘cura gay’ para menores.
(fotos divulgação)
Aaron Blitzer, que é um estudante de terapia nessa área, juntamente com outros demandantes, alegam que a proibição os impede de prosseguir em sua carreira, infringindo a liberdade de expressão e religiosa da Primeira Emenda. O processo foi aberto na segunda-feira, no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Leste da Califórnia.

Outros demandantes que usam o tratamento com pacientes são, Donald Welsch, um terapeuta da família licenciado que atua num centro de aconselhamento cristão e o Dr. Anthony Duk, um psiquiatra católico.

Para o presidente e advogado do conservador Instituto de Justiça Pacífica, Brad Dacus, é uma “violação flagrante dos direitos dos jovens que sentem atração pelo mesmo sexo, e dos pais e conselheiros que sentem que isso seria benéfico para as necessidades de uma pessoa jovem”.

O advogado, que pediu para o juiz federal impedir que a lei entrasse em vigor, disse que o legislador teve um pressuposto errôneo de que todos os que possuem atrações homossexuais já tem isso no seu DNA.

“Ela ignora milhares, incluindo os demandantes, que tiveram passado pela terapia e estão agora em uma relação heterossexual feliz e saudável”, disse ele.

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O defensor do projeto, o senador da Califórnia Ted Lieu, viu a ação como uma “visão frívola da Primeira Emenda”, e chamou a terapia de conversão gay um “abuso psicológico infantil”.

O Projeto de Lei de Lieu, SB 1172, proíbe menores de 18 anos de passar por esforços de mudança da orientação sexual e está previsto para entrar em vigor em 1° de janeiro de 2013.

Fonte: The Christian Post

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Milhares de cristãos são postos em campos de concentração na Coreia do Norte


Visto facilmente através de imagens de satélite, mas fortemente negado pelo governo, os campos de concentração norte-coreanos carregam o horror das prisões e torturas da época do Holocausto. Um livro, lançado no início desse mês, traça o perfil de Shin Dong-Hyuk, único homem que conseguiu escapar de um campo classificado como "zona de controle total". Depois de passar algumas semanas na lista dos mais vendidos, Escape from Camp 14 (Escapei do Campo 14, tradução livre) chamou a atenção internacional para a Coreia do Norte.

(foto divulgação)
O país, frequentemente, enfrenta críticas de organizações de direitos humanos. A Portas Abertas EUA destaca a terrível situação em que vivem os crentes da Coreia do Norte: a isolada nação asiática ocupa a posição número um na Classificação de Países por Perseguição de 2012; de uma compilação de 50 países onde os crentes enfrentam mais perseguição religiosa. Estima-se um número entre quarenta e setenta mil cristãos que sofrem em campos de zona de controle total, onde as pessoas rotuladas como "pensadores errados" são enviadas para morrer.

As condições nos campos de prisioneiros norte-coreanos são semelhantes aos campos sob o inesquecível regime de Hitler, Stalin e Mao. "Prisioneiros políticos" trabalham, essencialmente, até a morte; enquanto são submetidos a torturas físicas e psicológicas graves. A Portas Abertas revelou que a carga horária básica de trabalho são 18-20 horas por dia, com pouca ou nenhuma comida. Para complementar a ração que recebem para comer, os presos consumem qualquer coisa comestível, incluindo cobras, ratos, insetos, raízes e ervas.

Em abril, a Comissão Norte-Americana para os Direitos Humanos na Coreia do Norte lançou um relatório baseado em entrevistas com 60 ex-prisioneiros e guardas. O relatório de duzentas páginas descreve prisões localizadas principalmente nas regiões montanhosas do norte, rodeadas por arame farpado e cercas elétricas – cercas que Shin escalou na esperança de escapar, usando o corpo de seu melhor amigo como isolamento contra a corrente mortal.

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Em 2009, a Coreia do Norte declarou ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas: "O termo ’preso político' não existe no vocabulário da DPRK (sigla em inglês que, traduzida, quer dizer República Democrática Popular da Coreia); acampamentos dos prisioneiros chamados ‘políticos’ não existem”. De acordo com o relatório de abril, ex-prisioneiros foram capazes de identificar seus locais de trabalho, áreas de execução e outros marcos usando imagens de satélite disponíveis no Google Earth.

Greg Scarlatoiu, diretor executivo do Comitê para os Direitos Humanos na Coreia do Norte, disse que, enquanto a Coreia do Norte tenta esconder as realidades terríveis de Pyongyang, mais de trinta mil desertores norte-coreanos fugiram do país.

Ore em favor dos crentes presos na Coreia do Norte. Peça a Deus para sustentá-los e para que eles possam ser libertos. Clame por mudanças que só podem ser trazidas através do Evangelho.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Aumenta restrições à liberdade religiosa no mundo


Mais países ao redor do mundo estão reprimindo a liberdade religiosa aumentando o assédio e intimidação de grupos religiosos, de acordo com um novo estudo divulgado nesta quinta-feira (20) .


O estudo publicado pelo centro de pesquisas americano Pew Forum on Religion & Public Life, indicou que as restrições à liberdade religiosa entre meados de 2009 e meados de 2010 cresceram de maneira geral, inclusive em países ocidentais que tradicionalmente impõem poucos limites à prática da fé.

Um relatório de 86 páginas do Forum on Religion and Public Life, o terceiro de uma série ainda em andamento, confirmou que "houve um aumento das restrições, inclusive em países onde anteriormente havia um nível baixo ou moderado de restrição.

Embora as conclusões tenham sido baseadas em pesquisas feitas muito antes da recente erupção de protestos causados por insultos ao Islão, pesquisadores lançam uma nova luz sobre a tensão crescente sobre a fé.

Três quartos das 7 bilhões de pessoas que habitam o mundo vivem em países com "grandes restrições governamentais religiosas ou com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião", afirmou o estudo.

Nenhum dos países latino-americanos ou ocidentais está na lista do Pew com um nível "muito alto" de restrições do governo ou de hostilidade social. A China foi o país mais populoso com altas restrições, enquanto Paquistão, Índia, Israel e os Territórios Palestinos foram todos lugares considerados com hostilidades sociais muito altas, como a perseguição ou a violência em massa.

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Embora os Estados Unidos tenha sido apontado como um dos países com o menor nível de restrições religiosas e hostilidade, o Pew citou exemplos específicos ocorridos no Tennessee (sul) –EUA como as tentativas de impedir a construção de uma mesquita ou uma proposta em Oklahoma (sul) – EUA, posteriormente rejeitada pela justiça, de declarar ilegal no estado a lei islâmica.

O Pew também citou a proibição por parte da Suíça da construção de novos minaretes nas mesquitas, o fechamento de mais de vinte igrejas na Indonésia por pressão de extremistas islâmicos e os violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria.

Em geral, o relatório indica que "a crescente onda de restrições pode ser atribuída a uma variedade de fatores, incluindo o aumento de crimes, de atos maliciosos e da violência motivada por ódio religioso e preconceito, assim como o aumento da interferência governamental nos cultos e em outras práticas religiosas".

O informe não mencionou ateus ou agnósticos que enfrentam discriminação por não seguirem uma religião ou não acreditarem em Deus.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Charges de Maomé: institutos culturais franceses fecham no Egito

(foto divulgação)

As escolas e centros culturais franceses no Egito fecharão suas portas nesta quinta-feira por medida de precaução depois da publicação das charges do profeta Maomé na revista satírica francesa Charlie Hebdo, anunciou nesta quarta-feira o consulado da França no Cairo.


Protestos, 1º dia: egípcios rasgam bandeira dos EUA
Protestos, 2º dia: embaixador dos EUA é morto na Líbia
Protestos, 3º dia: embaixada dos EUA no Iêmen é cercada
Protestos, 4º dia: fúria se espalha por África e Oriente Médio

"Apesar de não haver nenhuma ameaça específica constatada no Egito, decidiu-se fechar nesta quinta-feira os estabelecimentos escolares e culturais franceses no país", indicou o consulado em mensagem dirigida por e-mail à comunidade francesa. Estes estabelecimentos retomarão suas atividades no domingo, salvo indicação contrária.

As autoridades egípcias reforçaram na quarta-feira a segurança da embaixada francesa. A França também anunciou que reforçará a segurança de suas representações no exterior e decidiu fechar as embaixadas e escolas em cerca de vinte países muçulmanos na sexta-feira, dia da oração semanal dos muçulmanos.

Com informações: Portal Terra

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Produtor de filme “anti-Islã” promete lançar série de TV sobre o assunto



Sam Bacile foi identificado como o escritor, diretor e produtor do filme de duas horas “Inocência dos muçulmanos”, que provocou protestos que levaram à morte do embaixador dos EUA, Chris Stevens, na Líbia além de ataques a consulados americanos em outros países.

Bacile diz que vive na Califórnia, onde trabalha no setor imobiliário. Na verdade, o mistério sobre sua identidade aumentou quando um consultor do filme afirmou que o senhor Bacile não existe, uma vez que não apareceu em público.

Nas entrevistas que tem dado, quase todas por e-mail ou telefone, Bacile afirmou que o filme foi financiado com a ajuda de mais de 100 doadores judeus. Ele acrescentou que trabalhou com 60 atores e 45 extras para rodar o filme em um período de três meses no ano passado. “É um filme político. Não é um filme religioso”, finalizou.

Um trecho de 14 minutos do filme foi postado no YouTube em julho e ao ser dublado para o árabe recentemente gerou protestos entre os muçulmanos pois o profeta Maomé é retratado como um homem mulherengo violento.

O material tem gerado protestos contra os Estados Unidos em diversos países do Oriente Médio e também foi divulgado pelo pastor Terry Jones, que já é desafeto dos muçulmanos por ter queimado exemplares do Alcorão.

No primeiro dia de protestos, egípcios rasgam bandeira dos EUA. No segundo dia, o embaixador dos EUA e 3 funcionários foram mortos na Líbia. Hoje, no terceiro dia, a embaixada dos EUA no Iêmen foi cercada e atacada. Pelo menos uma pessoa morreu e outras 20 ficaram feridas informaram fontes médicas às agências de notícias.

O governo americano teme que isso evolua para uma onda de ataques terroristas a outros alvos em todo o mundo. Manifestações também foram registradas nesta quinta em Bangladesh, Iraque, Marrocos, Sudão, Tunísia e na Faixa de Gaza.

Steve Klein afirma ter trabalhado na produção e disse à revista Atlantic que o nome Sam Bacile era um pseudônimo e que ele não era judeu. Mesmo assim, ele também tem uma visão negativa do Islã. E acrescentou: “Eu não sei muito sobre ele. Eu o conheci, falei com ele por uma hora. Ele não é de Israel, não. Eu posso dizer isso com certeza, o Estado de Israel não está envolvido… Seu nome é um pseudônimo. Duvido que ele seja judeu. Eu suspeito que isso seja uma campanha de desinformação”.

Segundo o jornal New York Post, autoridades norte-americanas identificaram o homem que diz ser Bacile como Nakoula Basseley, um cristão copta de 55 anos. A agência Associated Press descobriu que os dois são a mesma pessoa após rastrear o número de celular usado por Bacile em uma entrevista por telefone. O telefone estava sendo usado da casa de Nakoula.

Entre as últimas afirmações, atribuídas a Bacile na entrevista à Associated Press, está a declaração que ele pretende fazer filmes adicionais. “Meu plano é fazer uma série de 200 horas sobre o mesmo assunto”, disse ele. E foi mais além: “O principal problema é que eu sou o primeiro a colocar na tela alguém sendo [retratando] Maomé. Isso os deixou loucos. Mas nós temos que abrir a porta. Após o 11 de setembro seria bom todo mundo lembrar que estará na frente do juiz, Jesus”.

O governo americano busca se distanciar do vídeo. 

Trailer do filme.

video youtube

Nesta quinta-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que os EUA “nada têm a ver” com o filme, que classificou de “repugnante e repreensível”.

Traduzido de Telegraph e Associated Press
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Programa leva seminário para 18 prisões norte-americanas

O curso criado em 2008 só pode ser expandido depois de uma doação de 2 milhões de dólares.

Duas organizações evangelísticas se uniram nos Estados Unidos para criar um seminário destinado para presos. Durante três anos e meio os presidiários de 18 detenções do estado da Califórnia serão ensinados sobre como evangelizar em comunidades pobres e a implantar igrejas.
Chamado de “The Urban Ministry Institute”, o curso já formou dez homens no ano passado e deve formar 14 no próximo ano. Criado há quatro anos no Centro de Reabilitação da Califórnia, localizado na cidade de Norco, o projeto já tinha se espalhado para outras cinco prisões do estado.
A expansão para as demais unidades prisionais foi possível graças a uma doação milionária, o empresário Wayne Hughes Jr doou US$ 2 milhões para o programa e assim as aulas puderam se estender e a expectativa é de que 900 presos sejam alcançados.
Hughes é um cristão devoto e resolveu investir nessa missão realizada pela World Impact Inc. e pela Prision Fellowship depois que visitou um programa parecido no estado de Lousiana que reduziu drasticamente a violência.
O milionário justifica sua doação, afirmando que ao mudar a cultura dentro da prisão, quando esses presos saírem poderão mudar a cultura de onde eles vieram.
O projeto iniciado em 2008 ainda não pode ser considerado nas pesquisas para afirmar se houve ou não queda no número de reincidentes criminais, mas os funcionários da prisão de Norco estão apoiando o programa e pedem a implantação do curso em mais da metade das unidades prisionais.
Com informações Huffington Post e G1


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Manifestantes rasgam bandeira da embaixada dos EUA no Cairo

Protesto Síria
(Foto divulgação)
Um grupo de manifestantes islâmicos invadiu nesta terça-feira (11) a embaixada dos Estados Unidos no Cairo e arrancou a bandeira americana do local em represália a um vídeo feito por cristãos coptas egípcios que vivem nos Estados Unidos.

Veja o Trailer do filme.

video youtube

Tal vídeo critica o profeta Maomé, líder religioso e político árabe, considerado pela religião islâmica o mais recente e último profeta do Deus de Abraão.

De acordo com publicação G1, cerca de 3.000 manifestantes protestaram contra o filme que, segundo eles, ofende o Profeta Maomé e foi produzido por cristãos coptas egípcios residentes nos Estados Unidos.

Para chegar até o local, os invasores retiraram as cercas de segurança instaladas nas ruas próximas da embaixada e que impediam a aproximação dos manifestantes.

Ainda segundo publicação, os manifestantes escalaram o muro da embaixada arrancaram a bandeira americana, rasgaram e queimaram, logo depois tentaram substituí-la por uma bandeira negra com uma mensagem a "Não há mais Deus que Alá e Maomé é o seu profeta".

De acordo com publicação Terra, os manifestantes cantavam palavras de ordem em honra ao Islamismo, como "Deus é grande" e "Com nossa alma e nosso sangue nos sacrificamos por ti". Além disso, pediam a expulsão do embaixador americano.

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Esta não é a primeira vez que ocorrem ataques deste tipo no Cairo. Nos últimos meses, grupos de manifestantes invadiram as embaixadas de Israel e da Síria.

O protesto de coincide com o décimo primeiro aniversário dos atentados de 11/9, os mais graves da história dos Estados Unidos. 

Com informações: The Christian Post