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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Filme incrimina João Paulo II e Bento 16

Filme incrimina a Igreja Católica.

Concorrendo a um Oscar menos importante, o de “Roteiro de Documentário”, o filme “Mea Maxima Culpa – Silêncio na Casa de Deus”, não deve chegar aos cinemas do Brasil. Ele estreou nos cinemas da América do Norte em novembro de 2012, foi exibido em alguns festivais e chamou atenção pela repercussão.

Ele foi criticado pela Igreja Católica e, ao mesmo tempo, por associações de vítimas de abuso. Os católicos acham que ele foi longe demais e as vítimas acreditam que ele não foi longe o bastante.


Entendendo

Anunciada como uma “investigação na mais antiga e poderosa instituição do mundo”, o filme aborda casos de pedofilia na Igreja Católica Romana. Seu diretor Alex Gibney é bastante premiado e acostumado com polêmicas. Ele já ganhou um Oscar em 2008 por “Taxi para a Escuridão”, que mostra a morte por tortura de um taxista afegão numa base militar americana.

Seu novo filme, ao longo de quase duas horas, conta a história triste de um sacerdote, que trabalhou em uma escola para crianças surdas onde assediou mais de 200 estudantes entre 1963 e 1974. Além disso, mostra entrevistas com algumas das vítimas, agora adultos, que contam seus dramáticos testemunhos.

“Mea maxima culpa” revela como foi a primeira ação coletiva contra o abuso sexual de padres católicos nos Estados Unidos nos últimos 40 anos. Fala também sobre como o então cardeal Ratzinger (hoje papa Bento 16) tratou a questão e seu pedido oficial de desculpas alguns anos atrás.

Reação da Igreja Católica

Quando a notícia do abuso sexual foi levado ao conhecimento das autoridades eclesiásticas, Murphy, como muitos outros padres acusados ​​de abuso, foi apenas transferido para uma igreja diferente, enquanto suas vítimas eram ignorados, uma política, argumenta Gibney, determinada pelo próprio Vaticano.

Uma das polêmicas envolvendo o documentário, que já foi proibido na Itália, é justamente a visão implacável sobre o antigo e o atual papa, mostrando como Ratzinger e João Paulo II teriam encoberto os relatórios que chegaram ao Vaticano em 2004. A falta de assistência às vítimas de abuso sexual do clero é definida como “muito pior que uma conspiração, é uma política sistemática de ocultação.”

Em entrevista ao Daily Beast, o diretor Alex Gibney declarou: “a Igreja Católica é claramente responsável por proteger os padres ‘predadores’, e não puni-los, simplesmente transferindo-os para outras paróquias. Por muito tempo, a igreja negou o abuso sexual clerical… Neste caso, os sacerdotes “chegaram” nos alunos surdos, porque eles eram indefesos. Algo horrível”.

Também tenta explorar a origem desse comportamento. “O que há de peculiar na Igreja Católica Romana é que no centro de sua doutrina está uma mentira, a mentira do celibato obrigatório. Um dos ex-padres fez um estudo na igreja para tentar entender a vida sexual dos padres. Ele descobriu que mais de 50% dos sacerdotes que ele investigou não cumpriam seus votos de celibato. Então, surge um sistema de sigilo e de chantagem, uma espécie de proteção mútua”. 

VEJA O TRAILER ABAIXO



Com informações Kansas, The Daily Beast e Gospel Prime

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Gays agridem jovens católicos

Os jovens católicos faziam parte da Caravana da Cruzada pela Família que faziam campanha no dia 14 de janeiro, no centro da cidade, contra as leis do aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas e a lei da homofobia.

As cenas mostram manifestantes gays agredindo os jovens de diversas maneiras, cuspindo, fazendo obscenidades, e ferindo com objetos.

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“Atirem a primeira pedra igual atiraram em Maria Madalena”, grita um dos manifestantes homossexuais.

Um dos jovens da campanha pacífica, que foi atingido aparentemente por uma pedra, é mostrado no vídeo com a cabeça sangrando e dizendo: “Essa é a marca da 'tolerância'”, em ironia ao que pregam os homossexuais.

Daniel Martins, coordenador da Caravana Cruzada pela Família, que relata as cenas do vídeo, que proclamar e executar a paz é algo caro a se pagar no Brasil, para os católicos e aos brasileiros.

“Há pouco mais de um mês nós comemoramos o Natal de nosso senhor Jesus Cristo, que é chamado pelas Sagradas Escrituras, Príncipe da Paz. Esse título é muito caro a todos os católicos e em particular a todos nós brasileiros”, disse Daniel.

“Em suma nós brasileiros amamos a paz, porque nós amamos o Príncipe da Paz, o nosso Senhor Jesus Cristo. Essa paz só vem se nós seguirmos a Ele, se nós seguirmos a paz que Ele deixou”, acrescentou.

Entretanto, ele diz, as cenas mostram que tal movimento homossexual quer destruir essa paz, porque odeia as leis deixadas “pelo Príncipe da Paz”.

“É um movimento que prega a liberdade que prega a tolerância, que prega o amor e diz que prega a paz”.

Daniel conclui que a pregação dessa tolerância, amor e paz por parte dos ativistas homossexuais é um pretexto e uma máscara para impor no Brasil uma verdadeira ditadura.

“Uma ditatura que quer impor um estado de coisas extamente opostas àquela ordem que quer para o Brasil, o nosso Senhor Jesus Cristo”.

Veja o víde


Fonte: Christian Post

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mulheres mandam Papa calar a boca

cala a boca papa
(foto divulgação)

Femen manda papa calar a boca

Ontem (13), quatro mulheres do grupo Femen, que luta pelos direito das mulheres e dos homossexuais foram presas na Praça São Pedro, no momento em que o Papa recitava o tradicional Angelus. As mulheres estavam ao lado de uma Árvore de Natal da praça, na frente da Basílica de São Pedro.

No momento em que o Papa apareceu na janela para recitar a oração do Angelus, tiraram a roupa e mostraram os corpos pintados com frases como “cale a boca” e nas costas “In gay we trust” (um trocadilho com a frase “In god we trust”, em Deus confiamos, frase impressa nas notas de dólar).

O protesto durou apenas alguns minutos. Algumas seguravam cartazes e gritavam palavras de ordem contra o papa até serem contidas pela polícia. A motivação seria questionar os ensinamentos “homofóbicos” da igreja católica, reforçados pelos discursos recentes do papa.

com informações: Gospel Prime

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Igreja Católica promete “guerra ao casamento gay”

vaticano
(Foto divulgação)
O jornal L’Osservatore Romano, principal publicação do Vaticano, publicou como matéria de capa os esforços que serão adotados pela Santa Sé para lutar, mesmo que sozinha, contra as iniciativas de conceder o reconhecimento legal de casais do mesmo sexo.

O ensinamento católico é que os homossexuais devem ser respeitados e tratados com dignidade, mas que seus atos são “intrinsecamente desordenados”. “Pode-se dizer que a igreja, pelo menos nesta frente de batalha, foi derrotada”, diz o L’Osservatore.

Em um comunicado paralelo, feito pelo porta-voz do Papa, à Rádio Vaticano, Federico Lombardi perguntou sarcasticamente por que os defensores do casamento entre homossexuais não pedem também o reconhecimento legal de casais poligâmicos. “Fica claro que, nos países ocidentais, existe uma tendência disseminada de modificar a visão histórica do casamento entre um homem e uma mulher. Ou mesmo de renunciar a ela, eliminando seu reconhecimento legal específico e privilegiado na comparação com outras formas de união”, disse o padre Lombardi.

O editorial de Lombardi na Rádio oficial da ICAR, transmitida para o mundo todo em cerca de 30 línguas, classificou as decisões como “míopes”, afirmando que “essa lógica não pode ter uma percepção de longo prazo visando o bem comum”.

As palavras de Lombardi tem muita força, considerando que além de porta-voz do Vaticano, é diretor da Rádio Vaticano e da Televisão do Vaticano. Ele afirmou ainda ser de “conhecimento público” que o “casamento monogâmico entre homem e mulher é uma conquista da civilização”.

A forte reação dos católicos é resultado das “conquistas” do movimento em diferentes partes do mundo. Três estados dos EUA aprovaram o casamento homossexual em referendos realizados junto com a eleição presidencial. Reeleito, Barack Obama já se disse favorável a esse reconhecimento que em breve deve ser legalizado em outros Estados americanos. Embora tenha parabenizado Obama pela reeleição, o Papa Bento XVI disse estar rezando para que os ideais de liberdade e justiça continuem a ser acolhidos no mundo.

Na mesma semana, a Espanha manteve a lei do casamento gay, e a França avançou com a legislação que promete legalizar o casamento gay no início do próximo ano. Contudo, no ambiente europeu cada vez mais liberal, não houve manifestações contrárias de vulto.

A reação da mídia do Vaticano deve ter repercussões imediatas dentro da Igreja Católica Romana. Ao que parece, a fortes reações indicam que seus líderes, prometeram “nunca parar de lutar contra as tentativas de “eliminar” o casamento heterossexual.

A Mídia do Vaticano insiste ainda que os católicos devem se esforçar nessa “luta corajosa para defender a doutrina da Igreja em face de ideologias politicamente corretas que tentam invadir todas as culturas do mundo”. “A Igreja é chamada a apresentar-se como o crítico solitário da modernidade”, disse Lombardi, ao enfatizar que os governos deveriam respeitar os valores essenciais defendidos pelo Vaticano, isso inclui a liberdade religiosa e a oposição ao aborto, eutanásia e outras questões classificadas como “pró-vida”.

Font: Gospel Prime

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Menina expulsa de igreja católica por usar short na missa

Thalita Alessandra Silva Mota, estudante que vive na comunidade de Gamas, na cidade de Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas Gerais, lamentou o ocorrido dizendo que o padre foi mal educado fazendo o comentário na frente de cerca de 150 pessoas.

“Ele disse no microfone que a roupa que eu estava era inadequada para uma missa. Eu não ficaria chateada se ele tivesse dito isso reservadamente. O problema foi que ele não soube ser educado e disse para eu me retirar da igreja e trocar a minha roupa”, desabafou.

De acordo com o pai de Thalita, Cleisson Renato Mota, a menor passou por uma cirurgia na perna há menos de 30 dias e devido prescrição médica para não usar roupas apertadas e abafadas a garota escolheu ir de short à igreja.

Ainda de acordo com Cleisson, o padre falou indiretamente e repetidamente sobre roupas adequadas para participar da missa, ao ver Thalita se levantar a chamou e disse que o que ele estava falando era exatamente com ela.

“Ele apontou o dedo para mim e falou: Mocinha, isso que eu estou falando é para você mesma. Vá embora e troque essa roupa que não é adequada para a ocasião. Eu abaixei a cabeça e entrei para a sacristia e fiquei lá até que passasse o mal estar. Depois fui embora para casa acompanhada do meu pai”, lembrou Thalita.

De acordo com publicação G1 o padre João Luiz Moreira confirmou a repreensão e disse que não muda a opinião.

“Eu falei realmente que a roupa não era roupa de igreja. Em seguida ela se levantou e foi para frente da igreja. Por isso falei que estava falando com ela”, admitiu.

Revoltado com indiscrição do padre e o constrangimento causado à sua filha, Cleisson registrou um Boletim de Ocorrência e falou que irá acionar a Justiça pelo ato do padre.

”Eu vou processar o padre. Ele não tinha o direito de constranger minha filha na frente de todo mundo”, argumentou.

Quanto a ação na Justiça o padre não quis falar. "É um direito que ele tem, eu não vou dizer nada sobre o assunto”, finalizou.

Fonte: The Christian Post
Foto: divulgação