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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Marco Feliciano responde à Jean Wyllys: ‘parlapatão, néscio e desorientado, mas digno de minhas orações’

Marco Feliciano
(foto divulgação)
“Quero dizer que primeiramente na qualidade de cristão aprendi que ao sofrer um injusto ataque devemos oferecer a outra face e esse conceito nunca mudará no meu coração, portanto minha resposta será sempre de forma a respeitar o direito que tens de dizer aquilo que tiver vontade mas também tenho direito de discordar”, escreveu Marco Feliciano em seu blog.

Marco Feliciano fez a denúncia durante um Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, acusando os líderes LGBT de ativismo homossexual dentro da política e da sociedade.

No discurso, Marco afirmou que a Aids é uma “doençagay” e foi rebatido por Jean Wyllys que o acusou de fazer "alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais".

O deputado evangélico respondeu, dizendo que o púlpito de uma igreja não é lugar para demonstração de intelectualidade e que o objetivo do discurso religioso é espiritual, e não político ou intelectual.

Ele disse ainda que, apesar da AIDS poder atingir qualquer pessoa independente de preferência sexual, como alega Jean Wyllys, a própria ciência revela o predomínio de infecção da doença em pessoas manifestadamente homossexuais.

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“Tanto é verdade que quando se doa na entrevista se for declinada a condição de homossexual essa doação é recusada pois a medicina entende que se trata de grupo de risco.”

Marco Feliciano também desafia Jean Wyllys a apresentar qualquer outra religião que aprove a união de pessoas do mesmo sexo. “Será difícil para ele conseguir isso, pois em alguns templos nem a sua entrada será permitida quando não professar a fé correspondente aquele culto.”

A prática do ato íntimo entre dois homens ou duas mulheres, o pastor evangélico reafirma que “é e continuará sendo pecado”. E questiona o fato de que muitos que não aceitam a fé que difere da sua usam meios de comunicação para taxar outros de "ignorantes".

Marco relembra ainda que apoiou Jean Wyllys, quando em sua candidatura ele foi criticado por conseguir o mandato de deputado federal com voto de outros candidatos e com pouco mais de 10 mil votos. E questiona diante desse fato, quem seria fundamentalista.

“Saí em sua defesa afirmando que é regra estabelecida e temos que respeitar e novamente pergunto: Quem é fundamentalista?”.

Marco aponta que, segundo as estatísticas, menos de 5% do total da população se identificam como membros do movimento LGBT e acusa que eles não aceitam críticas por causa de sua militância e usam o termo “homofobia” face a qualquer manifestação contrária.

“Quem é fundamentalista?” questiona novamente o pastor.

Finalmente, Marco chama Jean Wyllys de parlapatão, por ficar “deblaterando sobre um assunto que ele desconhece.”

E promete mostrar um vídeo de Wyllys sobre Orientação Sexual na primeira infância, que ele parece indicar haver uma grande reação contrária dos Brasileiros.

“Então veremos a reação dos Brasileiros a respeito do que o nobre deputado e seus companheiros de militância gay inseridos no MEC, no conselho de Psicologia e afins pensam e preparam para os nossos filhos, e então veremos quem é de fato o fundamentalista.”

O pastor urge a Jean Wyllys e todos os seus leitores que “entendam que a nossa convivência tem que ser pacífica, com tolerância, paz e Deus no coração pois quando o senhor pergunta quem me deu o título de profeta eu respondo procure essa explicação na Bíblia que é o único livro que norteia a minha vida, todos os outros milhares que leio e que já li ilustram o meu intelecto mas não satisfazem a minha alma”.

Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Jean Wyllys responde à denúncia de Marco Feliciano sobre ativismo gay, Aids como doença gay

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor da causa LGBT no Congresso, respondeu à denúncia do deputado evangélico Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o ativismo gay no Brasil. Jean o chamou de “pastor e deputado do ódio e da mentira”.
Jean Wyllys
(foto divulgação)
“Mais uma vez, o deputado e pastor Marco Feliciano faz alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais, alvos permanentes de sua doentia obsessão”, escreveu Jean Wyllys, no site Brasil 247.


Marco Feliciano divulgou o vídeo de um discurso que fez no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora em que ele fala sobre ativismo gay que é levantado por satanás e contra a família brasileira. Tal ativismo ele aponta como ocorrendo nas esferas da sociedade, influenciando os seus valores com as questões como o casamento homossexual e aborto.

O deputado evangélico reclamou que os ativistas gaysclamam pelo direito de liberdade de expressão, mas, querem ser exclusivos do direito. Segundo ele, os defensores da causa LGBT não toleram as críticas, alegando rapidamente discurso de ódio e homofobia.

Jean Wyllys classificou o discurso de Marco como “proselitismo hipócrita” que tem uma única missão de “atacar as religiões minoritárias e a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT)”. E acusou ainda o seu discurso de ser “fundamentalista e fascista”.

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Feliciano, entretanto, indica o contrário em sua denúncia, atribuindo aos discursos dos ativistas LGBT, os mecanismos usados por Stanley e uma linguagem de Hitler. Marco acredita que isso tem “travado a boca” da igreja, evangélica e católica.

Além disso, ele atribuiu a Aids como uma doença homossexual, que muitos têm evitado falar, inclusive o próprio governo. Ele aponta que 30% de pessoas a mais que no ano passado foram acometidas pela doença.

Jean Wyllys rebate a acusação alegando ser parte de "falsidades e mentiras". Na sua justificação ele admite, entretanto, que o perfil dos infectos era originalmente dos LGBTs desde o seu surgimento na década de 80, mas que depois a doença passou a atingir cada vez mais jovens, mulheres e idosos heterossexuais. Wyllys baseia-se em dados oficiais do programa da Organização das Nações Unidas para HIV/Aids (UNAIDS) que foram divulgados em julho deste ano.

No meio da batalha entre evangélicos e ativistas gays, Feliciano tenta defender valores cristãos da sociedade que aparentemente estão sendo colocados à prova pela luta pelos direitos homossexuais dos ativistas.

No ano passado, Supremo Tribunal Federal aprovou a legalização da união civil homossexual. Mais recentemente, a união e também a proposta que criminaliza o preconceito contra homossexuais foram aprovados pela Comissão que discute a reforma do Código Penal no Senado.

Marco Feliciano diz indignado que a igreja evangélica está se calando e precisa despertar. Ele fez mênção sobre a a falta de pronunciamento de deputados mesmo evangélicos que se recusaram a assinar a proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro decida sobre o casamento homossexual.

Ele urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.

Fonte: The Christian Post