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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Pastor da Igreja Catedral Bethesda de Goiânia diz ter sido sequestrado na China e não pode voltar ao Brasil


O pastor Daniel Delmond de Gouveia Filho, 26 anos, tem manifestado seu interesse e prazer na obra missionária e na evangelização. Para isto, procura incentivar e motivar jovens ao trabalho evangelístico.

O empresário foi de Goiânia para a China fazer negócios em outubro de 2012, mas acabou retido pelos chineses por conta de uma suposta dívida. O jovem afirma ter sido sequestrado e mantido em cárcere privado e que foi forçado a assumir uma dívida que não existia.

O secretário de Assuntos Internacionais do Estado de Goiás, Eli Chidiac, comenta o que foi constatado sobre a situação do jovem. “Daniel, anteriormente, estava praticamente em cárcere privado. Realmente, depois da interferência do Consulado Geral do Brasil em Xangai, e do deslocamento do cônsul-adjunto à cidade e à fábrica onde o Daniel se encontrava, conseguiu resgatá-lo e levá-lo para Xangai com seu passaporte em mãos”, relata Chidiac.

Antes de sair da fábrica e seguir pra Xangai, Daniel gravou um vídeo.


O Ministério das Relações Exteriores do Brasil alega que já deu o suporte necessário. A partir de agora, é o empresário goiano que precisa provar junto ao governo chinês que não tem nenhuma dívida. Quanto à questão do tempo para a solução do problema, o Itamaraty informou que o caso depende da agilidade da justiça chinesa.

Fonte: G1 Goiás

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Aumenta restrições à liberdade religiosa no mundo


Mais países ao redor do mundo estão reprimindo a liberdade religiosa aumentando o assédio e intimidação de grupos religiosos, de acordo com um novo estudo divulgado nesta quinta-feira (20) .


O estudo publicado pelo centro de pesquisas americano Pew Forum on Religion & Public Life, indicou que as restrições à liberdade religiosa entre meados de 2009 e meados de 2010 cresceram de maneira geral, inclusive em países ocidentais que tradicionalmente impõem poucos limites à prática da fé.

Um relatório de 86 páginas do Forum on Religion and Public Life, o terceiro de uma série ainda em andamento, confirmou que "houve um aumento das restrições, inclusive em países onde anteriormente havia um nível baixo ou moderado de restrição.

Embora as conclusões tenham sido baseadas em pesquisas feitas muito antes da recente erupção de protestos causados por insultos ao Islão, pesquisadores lançam uma nova luz sobre a tensão crescente sobre a fé.

Três quartos das 7 bilhões de pessoas que habitam o mundo vivem em países com "grandes restrições governamentais religiosas ou com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião", afirmou o estudo.

Nenhum dos países latino-americanos ou ocidentais está na lista do Pew com um nível "muito alto" de restrições do governo ou de hostilidade social. A China foi o país mais populoso com altas restrições, enquanto Paquistão, Índia, Israel e os Territórios Palestinos foram todos lugares considerados com hostilidades sociais muito altas, como a perseguição ou a violência em massa.

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Embora os Estados Unidos tenha sido apontado como um dos países com o menor nível de restrições religiosas e hostilidade, o Pew citou exemplos específicos ocorridos no Tennessee (sul) –EUA como as tentativas de impedir a construção de uma mesquita ou uma proposta em Oklahoma (sul) – EUA, posteriormente rejeitada pela justiça, de declarar ilegal no estado a lei islâmica.

O Pew também citou a proibição por parte da Suíça da construção de novos minaretes nas mesquitas, o fechamento de mais de vinte igrejas na Indonésia por pressão de extremistas islâmicos e os violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria.

Em geral, o relatório indica que "a crescente onda de restrições pode ser atribuída a uma variedade de fatores, incluindo o aumento de crimes, de atos maliciosos e da violência motivada por ódio religioso e preconceito, assim como o aumento da interferência governamental nos cultos e em outras práticas religiosas".

O informe não mencionou ateus ou agnósticos que enfrentam discriminação por não seguirem uma religião ou não acreditarem em Deus.