Os Cristãos se dividem pela decisão do governo de fechar as 230 igrejas da Angola.
2013 mal começou, e para a Igreja Universal do Reino de Deus da Angola, tem sido muito tumultuado. Dezesseis pessoas foram mortas durante a Vigília da virada de ano e centenas ficaram feridas.
A mega igreja do Bispo Edir Macedo foi considerada "ilegal" em vários aspectos e os cultos estão proibidos por um prazo de 60 dias. Segundo a IURD, são 230 templos com 430 pastores e cerca de 500 mil fiéis.
Dízimos e ofertas
Levando em conta a quantidade de fiéis, podemos afirmar que milhões de reais deixarão de ser arrecadados pela Universal entre dízimos e ofertas, e é claro que isso tem preocupado muitos pastores e líderes das 230 igrejas da Angola.
Aconteceram várias manifestações quanto à decisão do governo. O pesquisador Nelson Pestana da Universidade de Luanda, afirmou que a suspensão de uma igreja é totalmente “inconstitucional” e que o presidente José Eduardo dos Santos cometeu “um atentado contra a liberdade de religião e do culto”.
Segundo as pessoas, a responsabilidade maior foi do policiamento local e que o Estado deveria se responsabilizar pelas indenizações das famílias.
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Defesa da IURD
A Universal esta semana, se defendeu publicamente afirmando ter todos os documentos legais expedidos pelo país para provar a regularidade da igreja, e lembrou que está no país desde 1992 e que sempre foi fiel às obrigações legais e fiscais dos mais de 180 países em que a igreja funciona.
No final, deixou claro que está “tomando as medidas cabíveis para restabelecer o pleno funcionamento da Igreja naquele país, certos de que a liberdade de religião, consagrada pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e reiterada expressamente na Constituição da República de Angola, prevalecerá”.
Com informações : Gospel Prime












