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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Malafaia De Frente com Gabi

silas de frente com gabi

Neste domingo foi ao ar no programa “De Frente com Gabi” um incrível debate entre titans com a jornalista Marília Gabriela e o pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo.


O pastor é conhecido mundialmente por não ficar calado e sempre colocar abertamente seu ponto de vista e o ponto
de vista bíblico em confronto com as frequentes mudanças de atitude da sociedade. 

Entendendo Silas



Biblicamente falando, o pastor tem sido um exemplo de como um verdadeiro líder religioso deve se comportar com uma sociedade que é conhecida por seu comodismo. Para os cristãos, cada dia que passa mais e mais as pessoas tem sido tendenciosas à aceitar o entendimento dos outros e não questionar se esse entendimento fere ou não os princípios cristãos e familiares e se esse entendimento é ou não o correto. 


O que diz na Palavra de Deus

A palavra de Deus em 2ª Pedro 3:16, diz que as pessoas por não entenderem a palavra de Deus, distorcem ela para sua própria perdição, e obviamente para a perdição dos outros. Esse comodismo é o principal motivo de termos ultimamente constantes discussão. As pessoas não buscam a verdade para se libertarem da mente dos outros, elas tem tomado como verdade o que são ditos pelos outros, mas Deus nos deu o manual para entendermos as verdades e nos libertar.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará Jo 8:32
Sempre polêmico, o pastor condenou abertamente o homossexualismo e o aborto e ainda negou os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e mostrou a declaração de Imposto de Renda provando que seu patrimônio é de R$4 milhões.

O debate teve três blocos com assuntos distintos e gerou muitos comentários nas redes sociais. A maioria criticando certas afirmações do pastor.

Entre as frases mais polemicas estava “Eu amo os homossexuais como eu amo os bandidos”.

assista o debate.





Fonte: Gospel Prime e Os Cristãos

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A perseguição aos cristãos de Chin é intensificada em Mianmar

perseguição cristã
Em 5 de setembro, a Organização de Direitos Humanos de Chin (CHRO, sigla em inglês) divulgou um relatório de 160 páginas intitulado "Ameaças à nossa existência: a perseguição aos cristãos étnicos Chin de Mianmar (antiga Birmânia)".

Em face às alegações do governo local de reformas profundas, o relatório expõe graves violações da liberdade religiosa em curso e abusos dos direitos humanos, tais como: trabalho forçado, tortura, estupro e outros tipos de tratamento cruel e desumano, que levaram milhares de cristãos Chin a fugirem de seu estado, lar de cerca de 500.000 deles. O documento também revelou violações do direito à liberdade de reunião religiosa, coerção para conversão ao budismo e a destruição de cruzes cristãs em Chin.

"O governo do presidente Thein Sein reivindica que a liberdade religiosa é protegida por lei, mas, na realidade, o budismo é tratado como a religião do Estado de fato", disse o diretor do Programa CHRO, Salai Ling. "As instituições do Estado e ministérios de anteriores regimes militares continuam a operar da mesma forma discriminatória ainda hoje. Infelizmente, poucas reformas chegaram ao Estado de Chin", concluiu.

Com informações de: The Christian Post
Fonte: Christian Solidarity Worldwide (CSW)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Aumenta restrições à liberdade religiosa no mundo


Mais países ao redor do mundo estão reprimindo a liberdade religiosa aumentando o assédio e intimidação de grupos religiosos, de acordo com um novo estudo divulgado nesta quinta-feira (20) .


O estudo publicado pelo centro de pesquisas americano Pew Forum on Religion & Public Life, indicou que as restrições à liberdade religiosa entre meados de 2009 e meados de 2010 cresceram de maneira geral, inclusive em países ocidentais que tradicionalmente impõem poucos limites à prática da fé.

Um relatório de 86 páginas do Forum on Religion and Public Life, o terceiro de uma série ainda em andamento, confirmou que "houve um aumento das restrições, inclusive em países onde anteriormente havia um nível baixo ou moderado de restrição.

Embora as conclusões tenham sido baseadas em pesquisas feitas muito antes da recente erupção de protestos causados por insultos ao Islão, pesquisadores lançam uma nova luz sobre a tensão crescente sobre a fé.

Três quartos das 7 bilhões de pessoas que habitam o mundo vivem em países com "grandes restrições governamentais religiosas ou com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião", afirmou o estudo.

Nenhum dos países latino-americanos ou ocidentais está na lista do Pew com um nível "muito alto" de restrições do governo ou de hostilidade social. A China foi o país mais populoso com altas restrições, enquanto Paquistão, Índia, Israel e os Territórios Palestinos foram todos lugares considerados com hostilidades sociais muito altas, como a perseguição ou a violência em massa.

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Embora os Estados Unidos tenha sido apontado como um dos países com o menor nível de restrições religiosas e hostilidade, o Pew citou exemplos específicos ocorridos no Tennessee (sul) –EUA como as tentativas de impedir a construção de uma mesquita ou uma proposta em Oklahoma (sul) – EUA, posteriormente rejeitada pela justiça, de declarar ilegal no estado a lei islâmica.

O Pew também citou a proibição por parte da Suíça da construção de novos minaretes nas mesquitas, o fechamento de mais de vinte igrejas na Indonésia por pressão de extremistas islâmicos e os violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria.

Em geral, o relatório indica que "a crescente onda de restrições pode ser atribuída a uma variedade de fatores, incluindo o aumento de crimes, de atos maliciosos e da violência motivada por ódio religioso e preconceito, assim como o aumento da interferência governamental nos cultos e em outras práticas religiosas".

O informe não mencionou ateus ou agnósticos que enfrentam discriminação por não seguirem uma religião ou não acreditarem em Deus.